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Frase de Diego Evair

Aprendi que ninguém se torna poeta, a menos que nasça com o coração de um. Aprendi que não desperdicei meu tempo estudando latim. Aprendi que alma e espírito diferem um do outro. Aprendi que o amanhecer é uma ilusão, é só o crepúsculo de baixo pra cima - ou não? Aprendi ocultismo, embora pouco tenha praticado. Aprendi que a obra de Fernando Pessoa não deve ser lida em um instante - entenda por "um instante" a contagem de tempo que preferir - mas sim no decorrer de uma vida. Aprendi, da pior maneira, que depressão não é apenas uma fase, e que hora ou outra ela passa, e fica. Aprendi que amores passageiros são os mais gostosos e que quem jura amor eterno mente descaradamente. Aprendi a não negar os prazeres da vida, a vida é curta para que eu o faça. Aprendi que professoras são os primeiros amores da infância - as bonitas. Aprendi a desapegar do que antes - com apego - me fazia mal. Aprendi que as virtudes transforma-se em vícios se não as ponderarmos e, com Shakespeare, aprendi que nossas dádivas são traidoras. Aprendi que "mais" é antônimo de menos e "mas" é conjunção adversativa. Aprendi que amigos e família são importantíssimos em nossas vidas. Aprendi a adorar os superlativos. Aprendi que escrever logo pela manhã, enquanto o sol nasce, é delicioso. Aprendi que café é bom, mas fazer amor pela manhã é melhor ainda. Aprendi quê: “SÓ O QUE ESTÁ MORTO NÃO MUDA!”. - E que mudo a cada palavra escrita!

Diego Evair

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Poema do Desespero Longe! Vai para longe...
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Poema do Desespero Longe! Vai para longe... Sai! Sai como quem foge ao mundo Tal como foge o monge para se tornar eremita... Para se tornar tão só Para se tornar tão ele. Parte... Parte para longe de mim Distante... Perto do fim. Ou para lá Da dimensão fechada. Deixa-me! Larga-me! Estou em perfeito desespero... Perfeita amargura, tristeza, solidão, Angústia, penura, aflição, agonia... E ainda permaneces. Prendeste, agarras-me... Posso até chamar-te... Não me ouves chamar-te? Responde-me, então... Vem até mim. Quero-te perto de mim... Sentir o teu perfume deambular Pelas minhas narinas... Sentir o teu olhar destruir-me As retinas molhadas... Sentir o teu respirar nos meus poros, Suave brisa que corre meus pêlos Fortes em corpo frágil... Agora vem! Vem! Quero ter o prazer De te ver sofrer como sofro! Desespero por sentir tamanha vitória! Anseio por te ver no chão Pedindo misericórdia... Mas deixa-me... Só quero que me deixes.

Saudade é um pouco de arrependimento e autoacusação. É presença de quem se faz ausente, é vazio que se preenche com lembranças. Saudade é a idealização do que vivemos ou do que poderíamos ter vivido, é apego ao que se foi. Sentir saudade é ter imagens monocromáticas na cabeça, é…
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Saudade é um pouco de arrependimento e autoacusação. É presença de quem se faz ausente, é vazio que se preenche com lembranças. Saudade é a idealização do que vivemos ou do que poderíamos ter vivido, é apego ao que se foi. Sentir saudade é ter imagens monocromáticas na cabeça, é ouvir gargalhadas em silêncio ou sentir o aroma de perfumes que não pairam no ar. Sentir saudade é admirar - sozinho - um pôr do sol acinzentado, e dar a ele tons de alegria. Saudade é puro desatino, é contentar-se com o que restou - você.