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Frase de Rob Kenede Santos de Jesus

"O culpado sou eu. Sempre sou eu. Como querer um ser sem lutar? Conquistar sem tentar? Batalhar sem enfrentar? Como?... Tento procurar as respostas, mesmo sabendo que elas não existem. Talvez as perguntas sejam as respostas que procuro, as temidas perguntas que me sufocam, tira-me o fôlego dos sentimentos surreais, transcendentais, enfim... o abismo me espera, os grandes cânions dos meus sentimentos me esperam, mas ainda tenho uma leve impressão que existe uma lagoa azul no final disso tudo formada por minhas lágrimas que caíram em forma de gotas de sangue, lágrimas em gotas petrificadas no mais árduo âmago do meu ser. Indescritível sentimento que foi me matando aos poucos, sentimentalmente... emocionalmente... paulatinamente. Tirou-me a dignidade de dizer: “Agora sou homem por completo!” Lágrimas rolam em meu rosto no formato de diamante, acho que eles são sintéticos, pois se fossem verdadeiros teria encontrado as respostas para todas as perguntas que fizera outrora. Agora, tento lapidá-las mesmo sabendo que será impossível. Quero imaginar o inimaginável. Quero viver o que não foi vivido – se é que a vida me entende. Quero viver a vida vendo com os ouvidos e ouvindo com os olhos. Quero degustar sua fragrância, seu aroma... seu cheiro. Não quero mais colocar o meu coração nesses paradigmas, nesses desafios. Acho que ele não suportaria outro romance sem sentimentos. Por isso, EXPIRO..."

Rob Kenede Santos de Jesus

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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"Às vezes eu descubro uma América em meio tantos continentes."
É.. é, e foi assim que a vida foi passando. É, deixa rolar, deixa o sentimento rolar em forma de desafeto! Olhou para trás e seguiu em frente. Olhou para trás e continuou andando... olhando para trás. O que consola agora no momento são as paredes, as ternas paredes que me fazem c…
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É.. é, e foi assim que a vida foi passando. É, deixa rolar, deixa o sentimento rolar em forma de desafeto! Olhou para trás e seguiu em frente. Olhou para trás e continuou andando... olhando para trás. O que consola agora no momento são as paredes, as ternas paredes que me fazem companhia nesta noite efêmera. Elas sempre fizeram parte disso, só eu que nunca percebi. Levantei com tudo que tinha direito e fui, fui com o pensamento de voltar, de voltar e ficar. O que havia em mim? A ingenuidade, a quimera do “belo”, pura invenção daquilo que somente um idiota poderia criar. Mas vai ser melhor assim, digo, acredito que sim. A máquina a vapor ainda pulsa, pulsa em direção ao vento. A felicidade começa aqui, isso eu garanto. Quando a felicidade começa pra uns termina pra outros. A felicidade começa ali e termina aqui, isso sim. Queres saber onde começa a tua felicidade? É simples. Seja feliz.