Frase de Rodolfo Mair Coelho
O céu A noite solar, o dia lunar Água de prata ao mar O vento que voa frio O raio que nuvem partiu O crepúsculo aos olhos Resplandece as rochas negras E os que desciam mórbidos Ascendem às doces sedas A suprema obra majestosa Que tudo alcança, tudo vê E a ti, nu, faz à mercê De uma vasta nuvem gloriosa As harpas da deusa estrelada Cantam às flores azuis E a bela deusa dourada Fulgura em seu leito de luz.
No pensador.ai desde