Frase de Alexsander Noah
Ergo-me na arena do próprio abismo, onde o eu se fragmenta em mil centelhas, buscando forjar-se na chama do querer — não para existir, mas para criar sentido. Cada passo é um martelo erguido sobre as correntes do hábito e da lei, e o coração, ao pulsar sua forja interna, martela o mundo em novos ritmos. Não temo o vácuo que escuta o grito, pois vejo nele a vastidão do possível; o ser que supera o peso do próprio ser ergue as asas no sopro do eterno retorno. Aqui, no limiar do nada e do tudo, descubro que o poder não é domínio, mas a dança audaz de afirmar a vida mesmo quando a dor sussurra vitória. Que o sol reapareça em cada queda, e que eu seja o artífice da própria aurora.
No pensador.ai desde