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Frase de Danielle Duarte

Uma missão Nós tínhamos que encontrar todos os pergaminhos, daí eles estavam espalhados por toda uma cidade, cada vez que encontrávamos, as pistas nos deixavam mais perto de encontrar o tesouro. Todos estavam tentando encontrar o tesouro, mas nós éramos os melhores guerreiros, você (Mauri) tinha uma tatuagem e eu outra, nós sempre encontrávamos as pistas primeiro, mas para isso, nós lutávamos com várias pessoas, elas eram como máquinas, todos queriam nos matar porque éramos os melhores. Depois de vários dias nessa procura intensa, nós conseguíamos encontrar o tesouro, só que dentro do baú, não tinha dinheiro, ouro, jóias ou qualquer outra coisa relacionada a riqueza material, nele só havia uma carta escrita mais ou menos assim: aqui se encontra o maior tesouro que um guerreio pode ter, que é o prêmio depois de uma grande batalha, mesmo que não corresponda com o que se esperava, mas saiba que sua força, guerreiro, lhe trouxe até aqui, então a honre, porque honra é o melhor troféu de um guerreiro. Nós chorávamos, porque reconhecíamos que até aquele momento, nós estávamos cegos, querendo riquezas e mais riquezas, e até havíamos destruído a vida de outras pessoas por causa dessa cegueira, mas depois nos arrependíamos e nos mudávamos para uma aldeiazinha e vivíamos uma vida alternativa, sem energia, sem grana, apenas com o amor. Para Mauri Junior, às 23:34 do dia 12 de abril em 2015, com direito a erro ortográfico. Um sonho na noite passada.

Danielle Duarte

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Vi muita gente indo embora, Se mudando para outro vazio, Que em seguida seria preenchido. Vi muita gente se despedindo, Outros correndo, Fugindo, Com medo de dizer adeus. Vi imensidões e vi cubículos. Guardei amores estourados, Amassados, Jogados no lixo. Vi olhares em desertos. Ouvi o som de estar só. Sofri um pouco, Ou pior. Vi mares em lágrimas. Retratos de artes inacabadas, Esquecidas, Ou simplesmente nada. Vi Ele, em minha frente. Um Homem, Com Magestade De deus. Um moço, que me ouviu, Me tirou, me corrigiu E me amou, verdadeiramente, Eu senti. Senti as batidas de amor, De um humano, Nem ciborgue, nem robô. Quanto amor... E o melhor de tudo: poder vê-lo, Em um dia qualquer, Calor ou FRIO. Ou nunca mais. Um frio gostoso na barriga, Uma aventura quente, Que não sai da mente, Nem da boca. Enquanto vejo pessoas, Também vejo fins e recomeços, Alguns traçados, E outros cheios de desordem. Principalmente: Me vejo, na fila do descaso, Esperando ao lado. Ao seu lado, Sentada, Na ladeira dos sonhos bons.