Frase de Giovane Silva Santos
Trovão da poesia Que barulho embriagante. Um trovão que nasce no meu coração. Chega a relampejar dentro da mente. Como um sinal de tempestade. Logo vem a poesia. Pedindo me para descansar. Que o mar pode ter serenidade. Que os gladiadores podem ser mansos. Na selva. No coliseu. Nas arenas do pensamento. O confronto dos sentimentos. O vendaval sinaliza. Leva as agonias. Leva as perturbações. Nos traz esperança. Dita um novo ritmo. E acreditamos nessa dança. A trovoada permanece. O frio violento do destino permanece. Mas nesse clima medonho. Se cria coragem. Cria se embalagem. Enfrentar o trovão. O sangue continua pulsando. E continuaremos meditando. Na tempestade de cada coração. A vida ensina. A poesia rima. E tudo vira quadrilha. Dançando continuamos. Nos relâmpagos da vida. Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde