Frase de Giovane Silva Santos
Poeta louco, poesia delirante Cada dia vejo uma feição. A cara da poesia várias. A pureza e sutileza emoção. Também a eterna variação. Frenético compasso. Entre desatar o embaraço. O grito, cai no laço. Armadilha gostosa. Poesia traiçoeira. É o encanto dela gente. Imperfeita maneira. Preciso ser capacitado para amar. Pois a bagagem de desatino reprime. Sou pertencente a esse regime. De louco a delirante. Poeta e poesia. Fantasia. Alegoria. Não posso contar esse segredo. Pois até eu tenho medo. Uma loucura todo dia. Eu queria, será que ela contaria. A louca revela, sou eu poesia. Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde