Pular para o conteúdo

Frase de José Paulo Paes

Ficção científica Depois de uma viagem Pelo espaço sideral, O astronauta chegou Ao seu destino final: Um planeta diferente Cujo em cima ficava embaixo E o atrás ficava na frente. Um planeta tão estranho Que a sujeira era limpa E a água tomava banho Um planeta mesmo louco Onde o muito era nada E o tudo muito pouco Um planeta dos mais raros O seu ouro era de graça, O lixo custava caro. O astronauta não gostou E foi-se embora. Quando Pensou estar muito longe Viu-se outra vez chegando Num planeta onde, aliás, O embaixo ficava em cima E a frente ficava por trás...

José Paulo Paes

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de José Paulo Paes

Sem a pequena morte de toda noite como sobreviver a vida de cada dia?
Poética Não sei palavras dúbias. Meu sermão Chama ao lobo verdugo e ao cordeiro irmão.
Continuar lendo

Poética Não sei palavras dúbias. Meu sermão Chama ao lobo verdugo e ao cordeiro irmão. Com duas mãos fraternas, cumplicio A ilha prometida à proa do navio. A posse é-me aventura sem sentido. compreendo o pão se dividido. Não brinco de juiz, não me disfarço em réu. Aceito meu inferno, mas falo do meu céu

Quando Cabral o descobriu, será que o Brasil sentiu frio? Diz a História que os índios comeram o bispo Sardinha.
Continuar lendo

Quando Cabral o descobriu, será que o Brasil sentiu frio? Diz a História que os índios comeram o bispo Sardinha. Mas como foi que eles conseguiram abrir a latinha? Qual o mais velho, diga num segundo: D. Pedro I ou D. Pedro II? De que cor era mesmo (eu nunca decoro) o cavalo branco do Marechal Deodoro?