Frase de Renata Duprat
Mas somos tão jovens Que podemos amar quem quisermos Temos tempo para amar toda a humanidade!
No pensador.ai desde
Mas somos tão jovens Que podemos amar quem quisermos Temos tempo para amar toda a humanidade!
No pensador.ai desde
...Em que pese você atormentar-me os sonhos Eu já lhe disse, eu já lhe falei Minhas cantigas não são encomendas
...Em que pese você atormentar-me os sonhos Eu já lhe disse, eu já lhe falei Minhas cantigas não são encomendas Elas nascem puras, inocentes Prontas para serem lapidadas Não posso lhe fazer uma Sem amor, sem cantiga… Se ao menos você me despertasse sentimentos No seu ouvido ecoaria o lindo som de uma flauta Sim, levo-a sempre comigo Eu toco a melodia das rochas Converso com o vento Faço um concerto com a natureza Com a minha natureza Eu toco para as estrelas Para o mar E pra quele sorriso bonito que do meu peito fez batuque Eu toco para sentir Para mergulhar em emoções Emoções que prefiro puras à lapidar sem emoções, sem cantiga, senhorita! Mas, Cem emoções, cem cantigas!
E então, ela calou tempestades. As espadas de ferro em chapa faziam barulho ao afiar-se, e o fogo se ardia na pele. Aquele nó na garganta.
E então, ela calou tempestades. As espadas de ferro em chapa faziam barulho ao afiar-se, e o fogo se ardia na pele. Aquele nó na garganta. Botou seu filho no peito e correndo o carregou para dentro da mata escura,o envolveu em um manto quente. Deu seu seio, deu seu leite. Contou a ele estórias de amor, ensinou a magia dos chás, história, filosofia e religião.Viu seu filho crescer, correr pelos pinheiros, mergulhar na água gelada da cachoeira, acender a sagrada fogueira e colher flores para a sua amada donzela. Morgana acendia estrelas com aquele sorriso alegre, vendo o seu filho virado em homem. Oh homem mais indecente. A velha guerrilhou ao lado do amor a vida inteira, semeou novos conceitos, devolveu àquelas o "direito" ao respeito, na esperança que nunca cala, e na fonte que nunca seca, Morgana deixou raízes para o o solo nascer diferente.
No sopro da noite No embalo das estrelas Ela adormeceu com aquela melodia
No sopro da noite No embalo das estrelas Ela adormeceu com aquela melodia No sopro da noite Suava lentidão Tocava mais cansada Mais lenta Mais baixa Mais abaixo do magma Brotando de fontes eufóricas O mais belo despertar Negro abismo O embalo do ar A lentidão mais cansada A fonte adormecida E ela se fez, então, a sonhar
Bom seria tocar meus pés em solo fértil Sentir minhas raízes me lançar em outro mundo
Bom seria tocar meus pés em solo fértil Sentir minhas raízes me lançar em outro mundo Me entregar a todas as estrelas Levar comigo o tropeço de transcender em violeta Ser viajante da alma Me perder no vazio Sentir-me coração pulsante Provar dos mais diversos frutos Das mais diversas gentes Ouvir os cândidos tocar da mata negra Botar-me em frente ao ar Cortando um sorriso em meu rosto E o sentir em meu peito.