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Frase de Danilo da Cunha do Prado

Nunca conhecemos alguém o bastante. Atitudes, posses, imagem. É o que uma mente quer que você veja. Mas será que você consegue perceber o que existe no coração?

Danilo da Cunha do Prado

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Danilo da Cunha do Prado

Eu nunca entendi porque somos tão loucos por um objetivo, uma função. Somos movidos à isso. Queremos, constantemente, fazer a diferença na vida de alguém. E quando conseguimos, isso nos deixa com a sensação de que estamos realmente vivendo.
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Eu nunca entendi porque somos tão loucos por um objetivo, uma função. Somos movidos à isso. Queremos, constantemente, fazer a diferença na vida de alguém. E quando conseguimos, isso nos deixa com a sensação de que estamos realmente vivendo. Isso é um sistema incorruptível, e puro. Não podemos evitar, de maneira alguma. Mas é tão ilusório, que mesmo não saindo do lugar, parece que estamos nos mexendo.

Não é preciso muito para que tudo esteja bem em nossas vidas. Uma boa refeição, uma palavra de conforto basta. Estamos tão acostumados, que mal percebemos que é apenas uma ilusão.
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Não é preciso muito para que tudo esteja bem em nossas vidas. Uma boa refeição, uma palavra de conforto basta. Estamos tão acostumados, que mal percebemos que é apenas uma ilusão. Na verdade, nada está bem, nem vai ficar. Nos apaixonamos por tantas coisas pequenas. Tantas coisas banais. Mas o principal aqui é descobrir o sentido da vida. Por ser algo tão dificil de se descrever, nos sentimos incomodados. Mas somos amorfos, por isso ficamos maravilhados com tudo.

Eu a vejo em todo lugar, e ao mesmo tempo, em lugar nenhum. Eu sinto dor, eu sinto raiva. Eu ouço ela me aconselhando, em certos momentos. Mas quando me deparo com a realidade, sei que é o meu subconsciente me pregando peças novamente.
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Eu a vejo em todo lugar, e ao mesmo tempo, em lugar nenhum. Eu sinto dor, eu sinto raiva. Eu ouço ela me aconselhando, em certos momentos. Mas quando me deparo com a realidade, sei que é o meu subconsciente me pregando peças novamente. Eu leio cartas, eu vejo fotos. Mas também sinto um grande vazio. E não entendo a dor. Porque dói tanto não tê-la aqui.