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Frase de Juliana Rossi Cordeiro

Sementes de delírios Oque fazer com esses devaneios? Momento em que me perco em pensamentos Não posso contar com alheios Que logo começam os argumentos -Você está louca, ou quer chamar atenção? -As coisas não são como você diz -É tudo coisa de sua imaginação -Nada do que você fala condiz Melhor seria calar-se para sempre Para não assustar meus amigos e parentes Plantar esses delírios como sementes Para levar a vida aparentemente Nascerá um fruto estranho Diferente e atraente Talvez resulte em ganho Para mim e toda essa gente

Juliana Rossi Cordeiro

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Há dentro de mim um terrível medo Medo de não agradar Medo de ser rejeitado
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Há dentro de mim um terrível medo Medo de não agradar Medo de ser rejeitado Necessidade, de ser amado Dai vem a insegurança Sigo sofrendo por antecedência Observando pessoas analisando olhares isso já se tornou uma tendência Quero dar oque esperam de mim Estou aqui novamente pensando Sofrendo, e esperando Sem dar chances a mim E sem ter ao menos tentado Penso em desistir Por estar sofrendo antecipado E por medo de te ferir!

Maria Lúcia minha mãe amada Às vezes assusta sua sinceridade Melhor seriam mais pessoas assim
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Maria Lúcia minha mãe amada Às vezes assusta sua sinceridade Melhor seriam mais pessoas assim Autêntica e verdadeira Amiga e confidente Sinto muitas saudades Porque estas longe do alcance do meu olhar Longe do alcance de minhas mãos Mas sempre presente em meus pensamentos Mas principalmente no meu coração.

Asas Há quem queira cortar minhas asas Pois não querem ver me voar
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Asas Há quem queira cortar minhas asas Pois não querem ver me voar Dizem tenha os pés no chão Que meus devaneios são em vão Mas quem pode cortar as minhas asas? Elas vêm de minha imaginação Seria como engaiolar um pássaro Mesmo preso continuaria sua canção Pode tentar impedir-me, Mas meus poemas vão surgir E registrarei cada um em meu coração Ou nas pareces dessa prisão.

Eu pinto o Rosto Como fazem os índios Para guerra,
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Eu pinto o Rosto Como fazem os índios Para guerra, Como faz o palhaço Para o espetáculo Minha maquiagem facial Já me faz parte de um ritual Esconde coisas profundas E me faz parecer mais forte Saio de casa pronta pra guerra, Pra mais um dia, um espetáculo Onde só sei eu e o espelho Oque há atrás dessa maquiagem