Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
ALVO Pra onde houveres, sonho, pra onde fores Irei também, suspirando a mesma utopia Para amenizar o penoso logro, a fantasia E, sossegar a quimera de suas mil dores Que triste, a emoção sem as dadas flores E eu tão sem agrado e o ser sem alegria Sonhando sem inspirar a romântica poesia Pesadelos molestando e fazendo horrores Golpeou-me a direção? Que sorte sombria Nas escarpadas faces dos postiços amores De assim magoar-me sem que amor havia Seria a mão do azar, então me tocando? Se sou sonhador, e o amor com valores Não o ter, nefasto eu, Deus! até quando? © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 25/08/2020, 10’36” – Triângulo Mineiro
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde