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Frase de Letícia Avelina

27.02.2026 Haverá momentos da vida em que você precisará de droga para continuar. Droga para ficar alerta. Droga para suportar o dia. Droga para conseguir dormir. E aceitar que precisa delas é o primeiro ato de lucidez.

Letícia Avelina

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Letícia Avelina

Quantas vezes você se olhou no espelho e não se reconheceu? Os olhos marejados, a dor à flor da pele, o desânimo, o olhar distante. Procurando respostas para perguntas que nem sempre sabemos formular.
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Quantas vezes você se olhou no espelho e não se reconheceu? Os olhos marejados, a dor à flor da pele, o desânimo, o olhar distante. Procurando respostas para perguntas que nem sempre sabemos formular. A dor da insignificância, o desapego de si mesma, um novo eu brotando… e o luto silencioso por aquilo que já se foi. Eu me fui. E agora, só me resta ser.

Não foi por falta de vontade. Muito menos porque eu deixei de tentar. Eu queria… e queria muito.
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Não foi por falta de vontade. Muito menos porque eu deixei de tentar. Eu queria… e queria muito. Mas simplesmente porque o tempo passou. Hoje sou uma mulher, não mais uma criança. E escrevo estas linhas para que você reflita comigo. Querido(a), Talvez você também tenha tido um sonho de infância que nunca se realizou. Algo que, naquela época, parecia impossível para a sua realidade — e que hoje já não pode mais acontecer. Não falo de grandes sonhos que ainda podem ser conquistados. Esses ainda podem se realizar se você quiser e lutar por eles. Falo de sonhos simples de criança. Ter uma bicicleta. Sentar no colo do pai ou da mãe. Ter um pai. Ter uma mãe. Ter fotos de quando era bebê. Viver uma infância que toda criança gostaria de ter. Não sei qual é a sua história. Cada um de nós carrega a sua. Mas aprendi uma coisa com o tempo: algumas coisas não voltam. Alguns sonhos pertencem apenas àquele tempo em que éramos pequenos. Quando eu era criança, imaginava que os sonhos que não vivi poderiam, de alguma forma, continuar nos filhos que um dia eu teria, filhos que ainda nem existiam. Talvez fosse apenas uma maneira de o coração encontrar esperança. Porque, no fundo, a vida também é feita de ausências, de silêncios e de coisas que gostaríamos que tivessem sido diferentes. Mas isso não é o fim. Com o tempo, a dor muda de lugar dentro de nós. Ela deixa de ser ferida e passa a ser memória. E a vida continua. Outros sonhos aparecem. Sonhos de adulto. Sonhos que ainda podem florescer. Aprendi também que não devemos comparar nossa vida com a dos outros. Cada realidade é única. Viver não é deixar que as dores do dia a dia sejam as autoras da nossa história. Viver é escolher como vamos olhar para o mundo, mesmo depois de tudo. E, se existe algo que a vida me ensinou, é isto: Para seguir em frente, às vezes precisamos aprender a olhar para o lado bom das coisas , mesmo quando ele parece pequeno. Porque, no final, viver também é isso: continuar sonhando, de uma forma diferente

Percebe-se que, após a morte, certos nomes deixam de ser pronunciados com frequência. Não morre apenas a pessoa, o nome também se silencia. A vida é tão breve que, como se costuma dizer, não há tempo sequer para ler todos os livros que se ama.
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Percebe-se que, após a morte, certos nomes deixam de ser pronunciados com frequência. Não morre apenas a pessoa, o nome também se silencia. A vida é tão breve que, como se costuma dizer, não há tempo sequer para ler todos os livros que se ama. A ausência não está apenas no vazio deixado, mas nos gestos interrompidos, nas palavras que já não são ditas, nos rituais simples que desaparecem com quem partiu. Um corpo nunca é apenas um corpo. Ele carrega uma história inteira: sentimentos, marcas, traumas, resistências. É memória viva! E, ao final, também é o lugar onde a morte se manifesta.