Pular para o conteúdo

Frase de Paulo Del Ribeiro

O AMOR - Vida e Eternidade Ouvi dizer que o amor chega num determinado tempo morre de morte natural. Eu particularmente discordo disso, pois acho que são as pessoas é que assassinam o seu amor e de se certa forma deixam-o agonizando até o fim. No meu entender existem várias formas de se matar um amor, como por exemplo, a injeção lenta do veneno do ciumes, da angustia, da insegurança e da falta de confiança. Um amor pode ainda ser morto se sufocado pela falta de liberdade, pela mesmice e pela rotina do dia a dia. Pode ser morto também, de certa forma, atropelado pela falta de tempo para o carinho, para as coisas mais simples na vida a dois, valores que vão sendo esquecidos e não mais considerados como forma de estar provando aquilo que um dia foi dito um ao outro, "Eu te amo". Pode ser morto ainda com o tiro certeiro da traição, porque quem ama não trai e se não trai é porque ama. Amor não tem que ser assassinado no decorrer do tempo a dois. O amor é pra ser amado e levado até o fim, embora ele jamais possa ter um fim, pois o veradeiro amor é eternamente vivo. O amor pode sempre ser salvo com uma flor, com um convite inesperado, com uma surpresa, com um jantarzinho a dois, com a lembraça de uma data especial, com um pequeno presente e com tudo mais que possa expressar a força deste sentimento. O amor quando triste tem que ser alegrado com algo inuzitado que o faça despertar o sorriso, pois quando fazemos o amor sorrir já temos cinqueta por cento dele pleno e feliz. O amor quando está afogando deve ser reanimado com um beijo, quando está à beira do abismo ou na beiradinha da tábua, pode ser socorrido com a força do braço num abraço. O amor quando está fraco e doente tem que ser cuidado, amparado, porque deseja colo, carinho e ser muito amado. Decididamente o amor não morre de morte natural, o amor morre porque se mata e se deixa que ele morra sem nada nada fazer para que ele seja salvo e amado até que o nosso corpo como matéria morra. E mesmo assim, se o amor for verdadairo ele continuará vivo pela eternidade afora, pois o amor não é matéria, o amor é alma. Se eu confio a minha vida pra você, você tem que saber o que fazer com ela. Você é responsável pelo amor que a envolve, pelo amor que nos envolve e por isso ele, o amor, o nosso amor, não pode morrer de morte natural e nem tão pouco ser de alguma forma assassinado.

Paulo Del Ribeiro

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Paulo Del Ribeiro

O mais belo de todos os milagres é morrer de amor e ressuscitar dele sabendo que estamos vivos para viver tudo de novo.
“Não existe vento, tempestade e nem borrasca que me faça deixar de erguer a minha âncora, de içar a minha vela e de navegar o meu mar. Mesmo que para isso eu tenha que mudar a minha rota, virar e forjar o ponteiro da minha bússola rumo ao meu arco-íris, para que com o pincel da m…
Continuar lendo

“Não existe vento, tempestade e nem borrasca que me faça deixar de erguer a minha âncora, de içar a minha vela e de navegar o meu mar. Mesmo que para isso eu tenha que mudar a minha rota, virar e forjar o ponteiro da minha bússola rumo ao meu arco-íris, para que com o pincel da minha imaginação eu mesmo possa mudar as suas cores por aquelas que me fazem sentir que a vida vale à pena e que ela sempre será da cor que eu pintar.”

Quem dera tudo passasse, o que eu falei nada falasse que ao invés de partir você ficasse
Continuar lendo

Quem dera tudo passasse, o que eu falei nada falasse que ao invés de partir você ficasse que o perdão sinceramente perdoasse, o desprezo se considerasse, a dor acalmasse, o vazio transbordasse, como era antes continuasse, o erro se concertasse, com outros olhos você me olhasse, o amor que eu lhe disse você amasse, ou pelo menos a amizade, por fim, nunca terminasse.