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Frase de Douglas Rodrigues

Escutem fiéis, não deixem de agir, pois o Deus onipotente e opressor, no qual vocês creem cegamente, não dá vasão a um Deus humano, terno, bondoso e que em tudo delega seu amor. Como ovelhas, seguindo seu rebanho, deixam- se nesse pasto alimentar, perdendo o instinto humano, sem questionar, sem sensatez, vivendo por comodismo nesse constante engano. À Igreja vão sob o pretexto da salvação, mas não hesitam o outro em criticar, deliberadamente agir, pois podem simplesmente o perdão pedir e perdoado serão. Há um livre arbítrio disfarçado, se crermos em tudo estaremos condicionados a eterna estadia no paraíso, porém quem critica, ao inferno visita e lá, pagando por seus pecados, por toda eternidade fica...

Douglas Rodrigues

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Douglas Rodrigues

À margem de mim Ao longo do oceano, azul de desencantos,
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À margem de mim Ao longo do oceano, azul de desencantos, vou aos poucos, sem pressa, velejando. As águas turvas, os dias claros, a nostalgia, tudo, vem em torrentes impiedosas e me lavam a alma, lavam minha mente, transformam meus dias. Sei que tudo isso aos poucos vai passando, mas viver de afetos, amizades sorrateiras, nada disso importa à hora fúnebre, pois iguala aos homens, ao mesmo destino, às mesmas tardes lúgubres. Percorro esse caminho sem sentido, não sei mais quem sou, não tenho mais amor, sou partícula desprendida, que depois de viver a vida, aguarda a despedida da dor. Não sei de nada, realmente, só sei que de muito procurar, nos labirintos que compõe essa mente, perdido fiquei, na individualidade, no descontente...

Recordação... Recordação... Traz à memória boas lembranças, Daquele nosso tempo adolescente,
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Recordação... Recordação... Traz à memória boas lembranças, Daquele nosso tempo adolescente, Eternas crianças, Mas que por descuido da vida Separaram-se, ainda que a amizade não tenha sido em vão. Recordação... Recordação... Que o tempo não volta mais, Que o tempo, impiedoso, Deixou para trás, Que os dias suplicam, Só por mais um até breve, Um adeus, momentâneo, Que talvez nunca aconteça mais. Recordação... Recordação... Não sei se é sinônimo de nostalgia Ou desse sentimento que agora E mesmo outrora Assaltou meu coração. Simplesmente, recordação... recordação... Me faz perder o juízo, O sentido, A razão.

Os dias vem sem demora, vão- se os meses, os anos, as minhas horas.
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Os dias vem sem demora, vão- se os meses, os anos, as minhas horas. Vão- se os risos, os lamentos, os prejuízos, vão- se as dores, os amores, as ilusões, o tempo de agora. Vai- se o sofrimento, o tormento. Vai- se tudo, até mesmo a vida, pois finita, breve e contida, dá lugar a uma eternidade, na qual a saudade é a melhor sorte. Foi- se tudo, agora vem a morte.

Face a Face Debaixo daquela chuva, ouvi trovões, vi relâmpagos,
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Face a Face Debaixo daquela chuva, ouvi trovões, vi relâmpagos, que me apagaram os sentidos. Mesmo lamentando as dores, sorrindo da situação, esse circo de horrores, não pude prever os prejuízos. Infelizmente a vida é assim, um arranjo de trapaças, que na inconsciência de cada ato promove um turbilhão de desgraças, mas que usando a casual máscara da indiferença recusa as desavenças de cada instante ou jornada. Em cada essência há um perfume que despertam imensuráveis lembranças, as alegres tardes de verão, ensolaradas fantasias, felicidades, minha ilusão. Pois a chuva que cai agora e açoita aos transeuntes me desperta para o meu real eu, simplesmente o breu que enegrece o meu mundo, mas do qual não posso me livrar por estar só e da candura encontrar- me desnudo.