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Frase de Lhi Rios Ponte

⁠⁠⁠O homem cujo é liberto de espirito. Esta condenado a sua propia prisão. Constroem suas propiás grades. Essas facilitam entrar somente os que lhe apetecem! E quando sentenciados, julgados e absolvidos, Jogam fora a chave de suas propiás celas. Para que os enclausurem de volta. Pois estes desaprenderam a conviver com a liberdade assistida.

Lhi Rios Ponte

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Pensador.com

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Outras frases de Lhi Rios Ponte

⁠Sou metades sonho , metade ilusão! Meus ideais subjetivos abstrato impõe me a voltar sempre a meu não eu. Onde somente minha mente metafisica rege me a realidade.
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⁠Sou metades sonho , metade ilusão! Meus ideais subjetivos abstrato impõe me a voltar sempre a meu não eu. Onde somente minha mente metafisica rege me a realidade. Sou o avesso ! A ausência do real por dentro ! Obriga me a tirar as máscaras. E assisto o mundo como quem tem a chave da realidade. Mas não! Não posso! Meus olhos fechadoa em um calvário logo consiste em mostrar me. Não tenho dom de Zaratustra, nem a força dos egípcios minha transição entre eu e o individuo deixa sempre uma lacuna linguística e consome me a alma e acabo por retira-me. retiro meus olhos e desafio meus sentidos a dar me novos sentidos. más fracasso por não ter desapegado das cores. E eis que tenho finalmente me veio todas as respostas do mundo e abro a porta pela primeira vez, sem resquícios e lacunas...

⁠Quem é ? Sim, es tu! Andei a esperar te. Más eis que adormeci cedo, me pegaste desprevenido.
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⁠Quem é ? Sim, es tu! Andei a esperar te. Más eis que adormeci cedo, me pegaste desprevenido. Queres matar-me como saltimbancos. E entre eles jogar meu corpo ainda em carne. Fincar em minha testa teu carimbo onde gravaste meu nome. Pois de mim somente ele conhecestes. Então dou lê meus velhos olhos. Deles te regorgearas, deles não carecerei mais. Leve minha carne e alimente se dela, es faminto de fel. Leves tudo que vos apetece. Regogias com meus restos, e cizas. e alimente se dela. Eu o verei, em ruas e vielas onde vive seus discípulos de fé Os que nao o teme, pois conheces tua face,. fala com seu sopro nefasto, cega olhos e dão bocas, para que pronunciem teu nome. Prendem os em espirito e falsas promessas. E perecem na terra, Nas mais submersa infidelidade do homem.

⁠Não tinha o habito de pegar meus escritos e ler sobre eles. Aliás não sei nicas do que escrevo! Mas, recordo por ventura alguém indagar me certa vez:
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⁠Não tinha o habito de pegar meus escritos e ler sobre eles. Aliás não sei nicas do que escrevo! Mas, recordo por ventura alguém indagar me certa vez: Porque escreves teus poemas de gênero oposto? Essa foi então a primeira vez que comecei a pensar sobre o fato! Então respondi: Não sei horas, digas tu oque pensas? Como poderia responde lo de outra forma, algo que nunca havia pensado ou analisado antes! Mas confesso que senti um certo acalento com tal questionamento. Talvez seja o fato de lembrar que ainda estou na ciências dos porquês.

⁠Então, em um dia quaisquer, Ou, bem! Que infâmias convertem me em náusea agora!
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⁠Então, em um dia quaisquer, Ou, bem! Que infâmias convertem me em náusea agora! Não foi um dia qualquer! Ainda não esqueci de meus nobres antecessores. Sim! Me lembro perfeitamente. Foi quando olhei os montes de olivares e de súbito lembrei me de seu Zaratustra de Nietzsche! Coquei me a pensar! Falta - nos homens postamos como Nietzsche! E poxa vida esse cara permeia sempre meus pensamentos. Ando a questionar por demais as coisas. Nessa humanidade cruel que nem a seu parópio Deus dão descanso. Más! Más talvez haja um equívoco ai de minha parte! Pois os leva em bolsos e tapa lhe os ouvidos, onde não entra as matriarcas e os sacros de seus hábitos familiares. E o retira de volta em travessas da Augusta. Roga te outra vez para que os protejam de transeuntes com cheiro de fome. E das putas baratas, que dão plantão pelo pão, ou pó, Com restos de seu ultimo cigarro jogados em vielas. onde lixos são levados somente em enchentes chuvosas, com cheiro de podridão.