Frase de Paula Monteiro
O meu amor é um riacho de outrora banhado em notas de desejos gemidos e vazios . O meu amor sempre foi um canto de silêncio sem aninho um porta retrato rachado na parede um pássaro voando em desalinho um jardim sem broto de flor e com sede de carinho O meu amor sempre foi um canteiro de espinho um sussurro in adivinho um barquinho desorientado um casulo ferido um vento desaprumado uma janela aberta para o vazio O meu amor sempre foi um quarto sozinho .
No pensador.ai desde