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Frase de Douglas Roonkevit

Ao som de Intouchables | Una Mattina - Ludovico Einaudi me permito escrever depois de tempos e como se me alma pulsa-se de maneira tão branda que chega ser indescritível, sinto um conforme imenso e um aconchego tão seguro e recíproco quando estou em meio a escrita e como se a minha alma estivesse por um alguns minutos em verdadeira paz, o refugio que não alucina, não destrói ou se quer corrói, apenas me liberta e me leva ao estado mais afundo que existe na minha alma. Escrevo por que preciso, escrevo por que gosto, escrevo por me construo, escrevo por que me contradigo e enxergo em meios caminhos desconhecidos. Não precisa ter sentindo apenas sentir. Nada será como amanhã, e ainda sim que possa se repetir não será como o futuro, e então percebo que o que nos resta e o presente de maneira vital, e grandiosa. Me coloco a pensar porque queremos tanto sentindo se nem nós o fazemos, por que queremos tantas coisas precipitadamente, por que e mais porque e chegamos ao verdadeiro lugar algum. O presente tem sido uma possibilidade possível aonde tenho tentado me aproximar dele, quero de alguma forma me torna amigo dele e quem sabe seu confidente, aonde estaremos sempre juntos e ligados um vivendo o outro e não um para o outro. Me reinvento, erro, me arrependo, me precipito e ainda sim não me encontro e nessas idas e vindas como citei acima, notei que o presente me queria e eu não o enxergava hoje tenho tentado assim como uma amigo que por muitos erros e muitas vezes sem se enxergar ou ao menos se ouvir que estar próximo dele de forma integral e única, quero poder aprender como ele, não cobrar o passado ou que seja sonhar com o futuro. Fatores são tão implicantes, quero ser feliz de forma que as vezes esteja triste, estendo angustiado de modo que esteja em paz conectado com o meu corpo e espirito que precisam assim como um templo ser cuidado e zelado para no presente render a energia que preciso para o dia a dia. Porque assim como disse Lya Luft “Se de um lado a morte me espera de outro a vida me chama” Os dias tem sido difíceis mais e como uma venda que estava me cegar se quer me deixava lembrar que escrever me trás ao presente, me ajuda pensar ou deixar de pensar a me contradizer e me entender dentro disso. Que caminhos só são criados mediante a sua estadia no presente, por que ele de modo sábio sendo o presente hoje amanhã será passado e ontem foi o futuro.

Douglas Roonkevit

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Me reinvento no que sou, me crio sendo aquilo que quero, desconstruído os paradigmas da ilusão, em uma ótica realista da minha verdade, indo além de conclusões!
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A inversão Por um momento estive pleno sobre o universo, na inversão do mesmo estive na ruína. A vida é majestosa, mais cansativa intediante! O medo se aproxima, retrai, predomina, fascina, destrói e reconstrói. No caminhar dos dias, e como se estivesse tomado uma dose de morfina. Os dias passam a vida corre, é o sentindo vaga na ilusão das praças. O maior entendimento está para além de nós mesmos.

Pleno e meio. A maior prisão que se possa estar, reside dentro de nós. Nada está para além de aí, quando conseguimos enxergar de modo pleno em meio a angústia.
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Pleno e meio. A maior prisão que se possa estar, reside dentro de nós. Nada está para além de aí, quando conseguimos enxergar de modo pleno em meio a angústia. Depositamos o nosso melhor no outro e esquecemos do principal que somos nós mesmo.