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Frase de celso_nadilo

Somos a elipse do passado e do futuro, no âmbito de um conhecimento que nasceu diante de um universo de possibilidades. Dentro de nossas próprias propriedades, somos o início, o meio e o fim da nossa espécie. ​No sonho profundo da humanidade, nossos pensamentos são sentimentos fragmentados por lembranças no espaço e no tempo. Marcamos cada instante com um significado complexo, cheio de caminhos — como as circunstâncias de uma ferida exposta no cosmos. Somos pequenos grãos na imensidão, passando pelas areias do tempo e cobrindo o intenso marco da existência. ​Essa vertente trabalha em si, para si. O "eu" caminha por sua origem e dá-se conta de que o vazio é parte do todo, entregue à ilusão do ser temporal. Estamos envoltos na mesma linha de pensamento em que a matrix da realidade ambígua é moldada por você. Pois cada instante da vida é único, até que a própria vida se torne uma nuvem a pairar no limiar de um evento massivo. ​Dentro de cada crônica, o ambiente torna-se aceitável para que haja a compreensão do ser. O paradoxo ganha contornos de realidade num pensamento que viaja pelos conceitos básicos da humanidade. Mesmo assim, a alienação intelectual reage ao termo da existência como um mero lapso temporal. ​As frequências são os padrões para os quais as sombras servem de tradução no espaço-tempo. ​— Por Celso Roberto Nadilo

celso_nadilo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Através do caminhar das estrelas, as vemos morrer e tombar do céu. No dia em que formos nós a cair, seremos contemplados por outros seres, que verão nossos instantes em fragmentos esquecidos de luz. Nesse ponto, avançamos pelo universo ou seremos, enfim, capazes de compreender a…
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Através do caminhar das estrelas, as vemos morrer e tombar do céu. No dia em que formos nós a cair, seremos contemplados por outros seres, que verão nossos instantes em fragmentos esquecidos de luz. Nesse ponto, avançamos pelo universo ou seremos, enfim, capazes de compreender a beleza da existência? ​Vivemos em paradoxos, encerrados em cubos ligados a outros cubos na tênue finitude do espaço, tentando decifrar o mistério que intriga o próprio tempo — na simplicidade de apenas viver e existir, até que o tempo se torne a prova viva do inexplicável de sua passagem. ​Pois o impulso de tudo racionalizar costuma converter a intuição em protocolos frios, apagando o amor clandestino e a fogueira das infinitas possibilidades. Mas quando a fórmula finalmente se conclui, nada mais resta além da simplicidade: uma borda reluzente que contorna e transcende a própria realidade.

Luar frio, alma quase imperceptível aos olhares dos navegantes da vastidão. Entre sussurros e lamentos ecoados
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Luar frio, alma quase imperceptível aos olhares dos navegantes da vastidão. Entre sussurros e lamentos ecoados nas nuvens celestiais da solidão. ​Voz que como trovão incandesce o mármore do inferno de jade; ao longe, lágrimas de sangue escorrem mar a dentro, na profundeza sem fim. ​Criaturas fantasmas navegam nos sonhos mansos dos mortos. Tão belos olhos que mesclam o ar da planície esverdeada aos tesouros ocultos nas areias silenciosas do tempo. ​Mares bravejam as terras do norte, canais de sonhos dentro de pesadelos. Rios de fogo, clamores de um novo mundo: prólogo do próprio reflexo da entropia, envolto num pássaro que paira pelos céus buscando terras desconhecidas. ​E no sentido mais profundo, onde amantes vivem em estado divergente, o gelo finalmente derrete e forma um lago de água doce e límpida. ​Vozes ecoam — mulheres que parecem sereias tornam-se o algoz de um sonho. Na muralha do esquecimento, pende a interrogação sobre a linha massiva das eras. Soterrada num pesadelo, minha voz repousa em teus seios. ​Tão complexos ares do mundo... E depois deste mundo, as nuvens terão chuvas que vêm num assopro do vento? Pássaros cantando em meio à tempestade erguem-se soberanos como a fênix. ​Rios a dentro de nossas vidas, um instante eterno; avançamos nas estepes da geleira para o ermo mais distante do mundo, para ver seres fantásticos e suas existências magnânimas e emblemáticas. ​A flor que desabrocha no espaço, entre estrelas dilaceradas que observamos, será o combustível do futuro para outras galáxias. Novos mundos dentro do universo ressoam no alvorecer de um novo iluminismo. By Celso Roberto Nadilo