Frase de Guilherme de Almeida
O soneto da Tempestade O céu desaba, A luz se acaba, Vem o trovão, No coração. O raio corta, Bate na porta, Traz o clarão, Na escuridão. O vento forte, Lembra a morte, Ruge no ar. A chuva desce, A alma prece, Quer descansar.
No pensador.ai desde