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Frase de Guilherme de Almeida

O soneto da Tempestade O céu desaba, A luz se acaba, Vem o trovão, No coração. O raio corta, Bate na porta, Traz o clarão, Na escuridão. O vento forte, Lembra a morte, Ruge no ar. A chuva desce, A alma prece, Quer descansar.

Guilherme de Almeida

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Pensador.com

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Velocidade Não se lembram do Gigante das Botas de Sete Léguas? E Lá vai ele: vai varando, no seu vôo de [asas cegas, as distâncias... dispara, nunca pára, nem repara para os lados, para frente, para trás... Vai como um pária