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Frase de Pr. Gersé Jordão da Silva

Adoram-se ídolos ou imagens quando não se conhece o verdadeiro Deus ou, quando o conhecendo, não deixam que Ele seja o Deus exclusivo e pleno na vida. Adorar imagens é adorar ao nada, pois o ídolo é nada (1Co 8.4). Adorar imagens é desviar-se do verdadeiro e único Deus Criador e Senhor, o qual em Sua forma Triúna de existir, ofereceu-nos Seu Único Filho Jesus como Único Mediador e, ainda, Seu Espírito Santo como nosso Convencedor, Ajudador e Capacitador (Doador de Dons). As imagens são deuses que não vão além da imaginação de seus criadores e adoradores humanos. Quem adora imagens deixa de adorar o Criador para adorar as coisas criadas por criaturas humanas. Adorar imagens é sujeitar-se em adorar a criatura em vez do Criador. Adorar imagens é mentir pra si mesmo, fazendo a alma crer que a criatura é o Criador, que o “nada pode” “tudo pode”. Lembremo-nos que Jesus disse que sem Ele nada podemos fazer (Jo 15.5), e que para Deus tudo é possível (Mc 10.27). Adorar imagens é fazer o que o usurpador, Satanás, sempre quis: desviar a adoração do verdadeiro Deus para si. O Apóstolo Paulo manda fugir da idolatria (1Co 10.14) e em seguida disse: “... as coisas que eles sacrificam, sacrificam-nas a demônios, e não a Deus. E não quero que tenhais comunhão com os demônios. (1Co 10.20).” Assim, quando se adora uma imagem está se adorando a satanás. Adorar imagens é um flagrante pecado de desobediência aos dois primeiros e maiores mandamentos do Decálogo (Dez Mandamentos), os quais tratam do nosso relacionamento de fé e amor para com Deus. Em relação aos deuses e imagens esculpidas Deus ordena: “não terás”, “não farás”, “não te encurvarás”, “não cultuarás” (Êx 20.3-5). Adorar imagens é um ato de infidelidade espiritual para com Deus. Pense: É possível a um cônjuge amar o outro se ao mesmo tempo se relacionando sentimental e fisicamente com outro(s)? Claro que não! De igual forma é impossível ser fiel a Deus quando se adora imagens. Fazer isto é um ato de infidelidade, de traição para com Deus! Deus exige exclusividade na adoração, pois somente Ele é Deus. É isto que Ele próprio fala por meio do profeta Isaías: “Eu sou o SENHOR; este é o meu nome. Não darei a minha glória a outro, nem o meu louvor às imagens esculpidas.” (Is 42.8).

Pr. Gersé Jordão da Silva

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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A mentira engana, escraviza e mata; a verdade edifica, liberta e dá vida eterna. Uma mentira religiosa tem consequências mais graves do que a violência: esta mata o corpo, aquela mata a alma. O propósito da religião é religar o ser humano ao Criador. Porém, digo com dor, que uma religião que se estrutura na mentira, o homem de Deus desliga. Se se pode religar, o que um dia foi desligado. Foi isto que ocorreu quando o ser humano deu lugar em sua vida ao pecado contra o Seu Criador. Como Criador do universo somente existe um, então o termo Religião só faz jus quando aplicado ao Real Criador. A região que se fundamenta em tradições humanas mentirosas, anula e/ou abandona, segundo Jesus, a Palavra de Deus, que é a verdade. Uma grande mentira é afirmar a relatividade da verdade, colocando-a sujeita a subjetividade da tirania da individualidade do ser humano caído e inclinado à mentira. É bom que se diga que a verdade precede e está acima da humanidade, pois a verdade é tão eterna quanto o é o Criador. Uma afirmação ou é verdade ou é mentira. Jamais verdade e mentira ao mesmo tempo como prega a doutrina da relatividade. Existem diferentes níveis no conhecimento da verdade, os quais vão desde o menor até o mais elevado grau possível ao ser humano. Quanto mais o nosso conhecimento se aproxima comprovadamente da verdade, mais elevado é o nosso conhecimento da verdade. Jamais relatividade da verdade, pois esta põe em dúvida a verdade e até mesmo a nega, põe em conflito os seres humanos como sujeitos do conhecimento e, por fim, atentam contra o Criador e Sua Revelação, a Bíblia. Defendendo-se a relatividade, defende-se que qualquer mentira é verdadeira, uma vez que cada um pode de forma consciente e pelas razões mais vis defender sua mentira como verdade.

O rico insensato faz da riqueza o seu deus e, ainda, por tabela, a si próprio como seu deus. Já o pobre cobiçoso, faz da pobreza sua causa de revolta contra o seu semelhante e contra o verdadeiro Deus, seu Criador. Porém, tanto um quanto o outro, são igualmente adoradores da riqu…
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O rico insensato faz da riqueza o seu deus e, ainda, por tabela, a si próprio como seu deus. Já o pobre cobiçoso, faz da pobreza sua causa de revolta contra o seu semelhante e contra o verdadeiro Deus, seu Criador. Porém, tanto um quanto o outro, são igualmente adoradores da riqueza (idolatria). Um, por possuir a riqueza e, o outro, por querer possuí-la.