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Frase de Samuel Eduardo Fortes

⁠Santa Semana Olá, atenção, o jejum deste ano viralizou a semana santa, pois hoje não é o dia do juízo e acerto de conta final, mas domingo de ramos. Antes que os bispos e o capitão, à revelia do papa e dos generais, liberem as procissões com a via sacra, e o milagre da ressureição se multiplique à todos, segue o calendário sucinto da semana que prevê mais jejum, na quaresma dobrada pela quarentena do vírus. Orai por nós, que eles, alienados, não sabem o que fazem, mas fazem. O novo no lugar do velho, na luta dos contrários, na negação da negação, com a traição de Judas, que atire a primeira pedra quem nunca pecou por amor e vinde a nós as crianças que alegram o reino do céu e adoram ovo de Páscoa dominical, que está sobrando nas lojas falidas.

Samuel Eduardo Fortes

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Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.