Frase de Giovane Silva Santos
Entrego a ti Senhor, eu que nada. Sim, nada tenho e nada sou. Leigo, desprovido da maestria. Que logo, tanto, tanto apanhou. Prantos, sangramentos jorrou. No velório. Vales, desertos, gigantes. Muralhas, escravidão, opressão. Foi, é vasto o repertório. Apresento Senhor, essas perseguições. Tantos, tantas, são os levantes, as difamações. Calúnias, desdenho. Pois realmente nada tenho. Somente desprezo e acusações. De fato. Percebe o inimigo, no mover, no ver, no tato. Quão, tão minúsculo, fraco e incapaz. Mesmo assim, assolam minha paz. Investidas, tentam esmagar minha mente. Atormentam, deveras prazer alucinado. Ver me perturbado. Um eloquente. Entrego a ti. Tome minha causa, meu todo, minhas queixas. Veja, se há exagero. Veja quão foi o desespero. Não, nas mãos dessa maldade, não me deixa. Chamo e busco, suplico e imploro. Rogue por mim. Somente a ti. Creio na tua justiça. Por isso chamo, creio e oro. Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde