Frase de Tereza Lima
*"Soneto da Existência*" Nem tudo que os olhos vêem é a verdade, Na valça etérea das nuvens a fluir, Ouvindo os sons da vida, em suas melodias, A busca do ser, é uma eterna sentinela. Meu nome e sobrenomes, um reflexo de histórias e legados, Um varão que atravessa os tempos, Genealogias que caminham sob o fado, Tece o destino na vastidão de um coração. Existência senil, direitos e deveres, Frutos de labuta, em atos altruístas, Na vida encontramos nosso verdadeiro sentidos. Com mãos calejadas, eu e meu Pai, Construímos os alicerces e paredes, Um mundo em que a dignidade se faz espelho. E a luta por justiça, um doce conselho. Meu irmão: Será que levarás o que me tiraste? Seus estudos no campo dos Direitos, Vê-se uma impura "Lambada" Papai: como te amo, te admiro, meu herói, meu Anjo Amigo! ( memória)
No pensador.ai desde