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Frase de Tereza Lima

⁠*"Soneto da Existência*" Nem tudo que os olhos vêem é a verdade, Na valça etérea das nuvens a fluir, Ouvindo os sons da vida, em suas melodias, A busca do ser, é uma eterna sentinela. Meu nome e sobrenomes, um reflexo de histórias e legados, Um varão que atravessa os tempos, Genealogias que caminham sob o fado, Tece o destino na vastidão de um coração. Existência senil, direitos e deveres, Frutos de labuta, em atos altruístas, Na vida encontramos nosso verdadeiro sentidos. Com mãos calejadas, eu e meu Pai, Construímos os alicerces e paredes, Um mundo em que a dignidade se faz espelho. E a luta por justiça, um doce conselho. Meu irmão: Será que levarás o que me tiraste? Seus estudos no campo dos Direitos, Vê-se uma impura "Lambada" Papai: como te amo, te admiro, meu herói, meu Anjo Amigo! ( memória)

Tereza Lima

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Pensador.com

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⁠Chão de Estrelas: Olho o firmamento, Em noites de lua cheia No clarão luzindo Bordando o céu. A beleza majestosa Daquelas luzes efêmeras Que n'alma clareia. São estrelas faiscantes, Mostrando seu explendor Afagando e inspirando A alma dos poetas. Afastando as angústias Regando os corações Inspirados nos sons da Noite. Vestindo de mistérios e Alegrias, Na espera do amanhecer, Alegrando a vida, Com seus mágicos raios. As luzes que florescem, Os campos, e vales, Com cores Predominantes, A luz do " Rei Sol".

⁠Meu amor, Plantaste-te em meu ser Na plenitude dos dias.
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⁠Meu amor, Plantaste-te em meu ser Na plenitude dos dias. És o luar que me fascina As estrelas que brilham Nos sonhos de minhas fantasias. A poesia que me inspira, A alvorada das manhãs A natureza que encanta-me. Desenho-te nas nuvens Brancas, Oico tua voz, na chuva que escore em meu corpo. A paz, brandura que sempre busquei. O vento que conduz seu cheiro. És meu por do Sol.

⁠Na praia de areias alvas Vejo passar o desbravador Vendendo suas castanhas
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⁠Na praia de areias alvas Vejo passar o desbravador Vendendo suas castanhas Feliz. Ahh! Que homem trabalhador, Semblante simples e meigo, É um batalhador. Sempre usa uma viseira, Cobrindo a testa de ferro Pois carrega de lembrança O sinal na sombrancelha. Um certo cabra da peste, Deve ser parente de lampião, Separou uma em duas, A marca de uma senda. Gosto de me inspirar no peão, Neste momento fico rindo Em cima do muro de nossa casa, __ha algo encrespado e encaracolado, Diz ze-borracheiro Que o desgarrado vendedor, Já morou por aqui. .