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Frase de Gabriel SIlva Corrêa Lima

Irônica flor de primavera Dentre a corpulenta e cinerícia atmosfera, faz-se o fôlego mais ignóbil, o de mais valia, sob o único aspecto malsão que se há na primavera e sob o que se penetra às narinas a instigar hipocondria E penetra lesta sob a cerne do botão mais grácil e terno destas insípidas terras, crescerá à cizânia, como a um lupanar loução; não queimarias, despontas apenas cadavéricas Orlas matinais, que à teu mais anacrônico e pérfido olhar, vistes fecunda terra; mas como farias para suplantar teu estado antagônico, se fostes em vida, o malsão desde outrora? Ah, compreendo mais que tudo, compreendo este suplício pelo que há de apurado e cristalino, mas se não há esmorecer,então como não há ânimo? Tua vida imortal fora tua morte,e o bendito néctar, meando. Ah, era numa abrasiva estia de primavera, onde todo o baque aos corpos e pedregulhos franziam os sinais do mal e teus debulhos; pranto insólito e vil de tua quimera Que sorria ao sarcasmo da primavera. Mas seria a era dos algozes despejados, que sob os prantos execrados, dilaceravam as flores da quimera. Mas nada se esvanecia da vil flor de primavera, que escarrava e debelava qualquer utopia, e cada vez mais tua ironia se ascendia ao pranto que se há na primavera Gabriel Silva Corrêa Lima

Gabriel SIlva Corrêa Lima

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Pensador.com

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Meu sobretudo É neste santuário, casa sagrada que a santa dorme, com suas mãos veladas , sobrepostas aos seios cambiando uma lágrima de dor receando e criando amparos para teus próprios anseios Sacerdotisa minguada que enaltece a solidão , tens de orar solenemente para que a dor ressalve os fragmentos de seu passado fardo . Ó !! Virgem pura e humilde de coração imaculada, virginal , mãe dos escandinavos orai por nós, ó mãe dos santos protetores de minha castidade, tem de piedade de todos nós, mãe admirável, suntuosa, "rogai por nós que recorremos a vós. " É aqui, nesse sacrário , que meu fim infame se esconde a não ter o labor de orar, não serás preciso, mãe faça isso por mim... minha carne voluptuosa não és mais nada, só lhes reta agora por mim velar

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Mentira Injuriado, pobre homem, caluniado pela lâmina da mais afiada justiça de pente fino, pobre homem... destino que cuidas desse ser. E que em um mágico dia seja manumito e seja banhado pelo sangue de teu próprio corpo esbanjado. Agora tarda... desvendas tarde... tal homem injuriado. Lúdicos sonhos pulverizados ao vento, devaneiam na mente de cada mentiroso, que perpetuam de remorso, a cada ato cometido, são extasiados pela fadiga da veridicidade, quão vorás rancoroso, não raciocinam por cada ato violento. Homem calculista, somos todos nós, a mentira não é mais mentira, tão sega a sociedade, quão hipócrita a língua, de pouco a pouco asilam essa outra realidade