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Frase de Guilherme Campos

Hoje o dia nasceu cinza, e a cor dos seus olhos não consigo ver, não sei se estão brancos por paz, ou cegos pelo amanhecer. Se eu pudesse neles tocar, não sei se conseguiria te devolver a cor intensa que ele tinha, o brilho, e a exuberância de quando você era minha. Mas do que importa nisso eu crer, se a cada dia o céu se torna mais escuro, e seus olhos brancos vão desaparecendo, no meio da escuridão me sinto inseguro, mas tudo acontece como deveria estar acontecendo. Nos nossos dias uma gota de amor, pode te matar a sede, ou te afogar, mas isso não impede de que seus olhos brancos assim possam permanecer, seja por paz, ou pela cegueira desse amanhecer.

Guilherme Campos

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Que eu possa olhar nos teus olhos e dizer, que ninguém precisa de mim pra viver. E talvez você consiga falar o que sempre quis,
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Que eu possa olhar nos teus olhos e dizer, que ninguém precisa de mim pra viver. E talvez você consiga falar o que sempre quis, que não depende de ninguém pra ser feliz. Mas se um dia eu conseguir segurar a sua mão, talvez lhe provarei que nada será em vão. E se por acaso de tudo isso você esquecer, eu te lembrarei e te farei viver.

As palavras dizem o que demonstra a fé, naquela brisa fina e fria do amanhecer, com uma caneta a mão e uma xícara de café,
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As palavras dizem o que demonstra a fé, naquela brisa fina e fria do amanhecer, com uma caneta a mão e uma xícara de café, procurando o que escrever, sobre o que é viver. Quase sempre tenho um turbilhão em mente, a pequena brisa se transforma em ventania, dentro de mim sou intruso, incoerente, gelado pela ousadia infinda, sem harmonia. Cinzento esse dia dominado pelo vento, nos desvaire além do pensamento interno, me leva a um frio imponente, violento. Mas até diante de assombroso inverno, boas atitudes não perecem com o tempo, marcam vidas, me faz eterno.

De repente paro por um breve instante, enxergo algo por demasiada clareza, nada me retira essa visão delirante,
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De repente paro por um breve instante, enxergo algo por demasiada clareza, nada me retira essa visão delirante, alucinação talvez, já não tenho certeza. Constantemente isso retoma minha lucidez, da apoteose dos sonhos, já não sei mais nada, e a imagem tão bela, que me repete outra vez, distancia de mim por não ser tão contemplada. Eu lhe espero, fecho os olho pra enxergar, mas nada de tão belo me retorna a visão, impossibilitado, tento fazer o tempo voltar. Sem resultados, não sinto nada, nada não, mas o tempo me surpreende, não vou contar, só lhe direi: Imagem tão bela, me tire do chão.

Angustiante é te ver assim, por decepções entristecida. Com esperança pra dizer enfim,
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Angustiante é te ver assim, por decepções entristecida. Com esperança pra dizer enfim, que a vida ainda não foi vivida. Mas o teu semblante sem mistério revela, uma saudade reprimida. Em tua mente sua consciência martela, por uma lembrança ainda não esquecida. E pela força esplêndida da expressão, com personalidade ainda não perdida. Digo que por você estendo a minha mão, e dou a minha vida.