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Frase de Célia Carracha

⁠Tenho uma mão cheia de nada. Mas está cheia! E tenho esta mão. Não me enriquece nem é apelativa, mas eu não a escondo nem dela me envergonho, esta mão cheia de nada passa despercebida, ou melhor dizendo, vira-se o olhar pois incomoda; incomoda e aterroriza simultaneamente, é que a pobreza de espirito de quem finge que não vê é imensuravelmente maior do que a pobreza de uma mão cheia de nada. Com esta mão eu não perdi o direito de apontar embora seja ignorada se o fizer e caso o faça, será com a minha estima pessoal totalmente destruída, ai que força que é precisa para nos levantarmos! Com esta mão que convém ser desmembrada, pego na caneta e reescrevo a historia...ou talvez não; no entanto vejo nela a minha força, e enquanto a mão se destaca por estar vazia, eu estou ligada a ela e dentro de mim, em mim, há mais do que esta mão que mostro e também esta mão que mostro, não tenho receio; Se um dia por qualquer motivo me apertar a mão aquele que antes passou por mim e fingiu não me ver, eu sou rica em conhecimento e sei com quem lido, até posso brincar um pouco ou até muito, se a ética não fizesse parte de mim e por isso reflito e talvez já com mais astucia e até maldade...ai o que eu podia fazer! Pondero. Se um dia me apertar a mão aquele que me ignorou e nem me reconhece porque a minha mão já julga poder servir-lhe, eu acedo, mas estou longe, ausente, tal como quando passou por mim esse alguém e me virou as costas; A sua intenção? Sim, sei qual é. Assim a minha sensação é a de estar à frente de um pateta; pelo contrário, esse alguém jamais me conhecerá e não irá tirar de mim o que procura. Experiência de Vida. E já agora, pelos mesmos motivos, caso a minha mão não estivesse efetivamente vazia, a minha reação era exatamente a mesma.

Célia Carracha

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Célia Carracha

Promessa para os meus inimigos e para ou outros. Até ao meu último sopro de vida irei lutar; Irei utar para não quebrar alguém, para que alguém não sofra tanto;
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Promessa para os meus inimigos e para ou outros. Até ao meu último sopro de vida irei lutar; Irei utar para não quebrar alguém, para que alguém não sofra tanto; Entendo o que é viver com o coração partido, jamais seria alarve para o fazer; Irei sempre tentar preencher o meu coração vazio com o brilho dos olhos dos outros; Talvez por mim, talvez por todos, quero ver os olhos tristes tornarem a sorrir; Por tudo isso irei lutar; Sei que por mais que tente preencher o meu coração com o bem de outros será uma luta eterna pois terei momentos de alegria mas jamais serei outra vez feliz. De qualquer forma lutarei até ao fim. E neste ano... Qual fera ferida irei arrancar do peito toda a força que há em mim; E com ela irei esmagar meus inimigos. Aqueles que já comigo se cruzaram, Aqueles que olharam meus olhos doces, Aqueles que ousaram pensar e agir... Não sabendo quem sou mas como se nada fosse, Os mesmos que por vezes me leem aqui, Para verem se sucumbi ou se resisto, E que entre medo, terror e pânico mostram as garras...os dentes, Mas me dizem...olhe que eu sei escrever bem!...hum já dizem tudo! Mas que bestas Deus colocou na terra! E eu besta me defendo, Escrevam, escrevamos todos, Veremos quem ganha a guerra! Agora que nos conhecemos todos. Célia Carracha.

⁠Só quero um pouco de paz. Só quero menos ruído e mais melodia. Só quero menos agrura e mais doçura. Só quero... É...sonhar não faz mal, pena que se tenha de esconder dada a incompreensão e o receio do que a força do pensamento, da vontade, da persistência, das ideias, da criat…
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⁠Só quero um pouco de paz. Só quero menos ruído e mais melodia. Só quero menos agrura e mais doçura. Só quero... É...sonhar não faz mal, pena que se tenha de esconder dada a incompreensão e o receio do que a força do pensamento, da vontade, da persistência, das ideias, da criatividade, da diferença, incomode tanto. Teremos de voltar a memorizar livros para que a cultura se transmita de geração em geração, para que a história não se esqueça, para que se mantenha alguma da nossa identidade e dignidade, para nos sintamos gente viva e capaz de pensar com alguma liberdade...é que os livros foram queimados,... De uma forma simples e clara, para que não nos convençam de que uma maça é uma laranja, e por aí fora. A liberdade não é garantida, nada é garantido, a luta tem de ser constante e contínua, a atenção te de ser aguçada, os olhos tem de se manter bem abertos e com um olhar atento, os ouvidos precisam escutar e não só ouvir, o silêncio a reflexão e nunca a indiferença. Obrigada aos que não temem a verdade e que a fazem valer apesar dos custos que acarreta!