Frase de Ricardo Melo .
Estado de emergência. De repente, Um tum-tum em minha cachuleta, Por segundos meus olhos se fecharam, E quando se abriram, Me vi em um estado de emergência, Algo veio querendo me consumir, Motivo único e próprio, Decidi isso escrever, O livro da vida é esse, O momento é agora, O que passamos não volta mais, A vida é como um livro, Cada dia ou cada hora, É uma página vazia ou preenchida, Com odores e ótimos sabores, Outras com dores e dissabores, Na mente do poeta há uma ilusão, Não por adivinhação, E sim por crer no amanhã, Porém ele ainda não chegou, As folhas do passado já estão escritas, Umas com rasuras, Outras amarrotadas, A maioria posso até dizer, Bem escritas , bem quistas e bem guardadas, A minoria estão e ficarão em branco, As poluídas estão numa caixinha, E no fundo de um porão estão armazenadas, Resolvi deixa-lás enterradas. Por estar na página nova, Posso escrever uma história diferente, Assim me encontro no meu presente, Dou cláusula boa para o que ainda possa vir, No próximo capítulo há uma promessa, E também não posso me dar ao luxo de ficar na ansiedade, O que tiver de vir, Que venha também acompanhado de uma borracha, Alguns momentos serão necessários apagar, Agindo assim, O livro ficará bem editado, Aí , não precisarei mais ficar, Em estado de emergência...... Autor:Ricardo Melo. O Poeta que Voa.
No pensador.ai desde