Frase de Gabriel de Castro
Solitária existência Talvez não seja para sempre Talvez não dure muito Talvez não haja respostas Talvez eu murmure Talvez eu não compreenda Chegamos, andamos, corremos, brincamos, choramos, amamos e somos amados. Mas sempre no final será o mesmo. Deixamos de existir em um passo de mágica Fica em nós um nó na garganta Morremos todos um pouco por dentro. Arde sem se ver. A solidão bate e fecha a porta. Até onde iremos não sabemos. Simplesmente do mesmo jeito que o sol chega a noite se apaga. Não importa quem você é, não importa o que você tem, os finais são todos iguais. O último suspiro se vai. E você também.
No pensador.ai desde