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Frase de Dolandmay Walter

BELO RIO Tempos antigos Tudo era limpo Na areia fininha Eu fazia garimpo Procurava pedrinhas As mais brilhantes Amarrava em cordinhas Como diamantes Fim de semana Tudo era festa Em plena floresta Na beira do rio Não tinha calor Não tinha frio Pulava e cantava O tempo esquentava Belas lembranças Tempos de sonhos, Fase de criança... Oh, Belo Rio, Não perco a esperança No coração Tenho a confiança Que os peixes em ti Voltarão a nadar Nas suas margens Voltarão a pescar E tu correrás Pleno e saudoso Em direção ao mar.

Dolandmay Walter

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Pensador.com

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PERALVILHO Para conquistarmos o coração de uma pessoa não precisamos tocar o que nela é tão precioso e frágil, apenas nos basta ser quem somos!

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ERROS... Quem diz: é amor demais! Extinta paixão Que enriquece tristezas, desejos e medo! Pelo cerne enlouquecido, o coração Não se impõe de existência um segredo! Quem diz: é paixão demais! Extinto amor Que empobrece sorrir, lágrimas e sofrer! Pela alma corrompida, a dor Não se absorve de alegria um viver! Sentimentos complexos e equivalentes, N’um existir eficaz a consumir o espírito Por fantasmas vulgares, dependentes, N’um despertar sem sentir por ser dito: Amor! Paixão! Desejos loucos e plenitude, Só se têm; quem se impõe, em virtude! Dolandmay Walter

RENASCER... Tudo o que me é morto, ou podre, ou indecifrável, Tudo o que me é de pecados ou de incensos afrodisíacos,
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RENASCER... Tudo o que me é morto, ou podre, ou indecifrável, Tudo o que me é de pecados ou de incensos afrodisíacos, Tudo o que me é de destruir nas impurezas dos sentimentos, O que me fere o coração, e o corpo, e o espírito, O que não me alça em voo sobre os amores de fogo, Tudo o que não me é de cumprir os mandamentos e a justiça, Os poderes, e a calma, e as glórias do firmamento, O que me é de tormento, o que me é sem razão, em vão O que me é simplesmente incompatível a memória Por insanidades entre os mortais, e os anjos, Tudo o que não me faz perdurar no amor e na bondade, Tudo o que não me é no olhar infinito, O que não me ambiciona na conquista da eternidade, E o que me faz de um só murmúrio fólios e mito... Que tudo me seja de inconstâncias, e de provas absolutas; Porque nada é intransponível ao renascer de um sol!