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Frase de Josane Hodniki

Proseando e procurando lenha Fumando um cigarrim de páia Um passo ali, um galho aqui Barulho, só das folhas secas embaixo do pé E dos periquitos que passavam Foi se aprumando de leve Uma noite fresca de novembro Simbora o sol numa toada lenta E foi chegando os amigos Botando mais lenha no fogão E lenha no convesê Acende com fósfri, pra seguir tradição Deixa o fogo pegá, menina Deixa o vento aparpá devagarinho E amoitá pra dentro da madeira a brasa Que a mode só assim o fogo se faz Não abana, se não perde a graça Traz panela grande, azeite a áio Mais copo pros amigos que chegaram E o violão encostado na beirinha da porta Pó trazê tamém que o Chico chegou pra cantar “Ando devagar por que já tive pressa… levo meu sorriso por que já chorei demais…” Cheirinho bom, abraço de amigo, lamparina Prosa boa, cantoria, vento na rede Pingo de chuva, gole de cachaça, cafuné de flor Pés descalços, trago bom, sorrisos E se eu tiver que reclamá de arguma coisa que seja por falta do que reclamá…

Josane Hodniki

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Se Nelson Rodrigues sentia-se como o menino que via o amor pelo buraco da fechadura Eu me sinto como aquela dona de casa
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Se Nelson Rodrigues sentia-se como o menino que via o amor pelo buraco da fechadura Eu me sinto como aquela dona de casa que lava a gola da camisa do marido manchada de batom enquanto o verdureiro traz banana pra ela fazer doce O amor ainda me fascina feito garoto safado que esconde suas revistinhas embaixo da última gaveta

Qual o problema com os homens desse mundo? Assistam “o amor é cego” e entendam o que estou dizendo. Não que as magriiiiinhas não sejam adoráveis, mas faça um teste: convide alguma pra ir comer uma pizza. Melhor, convide alguma pra tomar uma cerveja comendo um “bilisquim”. Aliás,…
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Qual o problema com os homens desse mundo? Assistam “o amor é cego” e entendam o que estou dizendo. Não que as magriiiiinhas não sejam adoráveis, mas faça um teste: convide alguma pra ir comer uma pizza. Melhor, convide alguma pra tomar uma cerveja comendo um “bilisquim”. Aliás, não tem coisa mais ridícula, diga-se de passagem, para uma boa e conservadora magriiiinha do que chegar num bar e o acompanhante dizer: “uma cerveja e um bilisquim, fáfavor?”. É separação na certa, amigo. Agora, uma gordinha não. Pra ela, tudo é festa, companheiro. Pra ela, ir embora é realmente o que você deseja: comer um lanche no motel!