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Frase de Natali Azevedo

⁠Amanhã serei nada Ó doce estrada Como eu te sinto Como eu te vivo E já sinto saudades Ó cheiro do passado e do destino Acordo às noites Com medo da morte e do não existir Ó corpo que sente E que ama Que fala far-me-á existir Tudo é pó, tudo é pó Me resta esperar no Amor Tudo é pó, tudo é pó Só não o sonho que nos criou Ó minha alma, como te sinto Te desejo Beijaria teus lábios com meu corpo, Tu fora de mim, como vento Ó tempo, o que serão de meus olhos? O que tornar-se-á minha carne? Para onde irá meu Eu... Não quero fechar meus olhos Para todo sempre Eu preciso ver as estrelas de outro lugar Céu, exista para sempre Conosco sendo dois De tua parte, quero ser apenas corpo corrente Mas que eu possa amar, que eu possa criar É minha a Tua vaidade Pois me criaste, e eu criei a Ti Para nós reparamos e nos adorarmos Para além de qualquer tempo Infinitas almas não o Amam um centésimo de como amo e conheço a Ti... Não feche meus olhos para todos os mundos Não cesse meu faro Quero cheirar para sempre em Teus mundos O perfume de Teu frescor Acordo com medo da morte; Miro-me no espelho Meus olhos são os mesmos Desde que criaste a mim... Pele, minha pele... Como amo existir Dói me viver, doce sofrimento nutrindo minha alma de prazer Como é bom chorar te esperando Dormir contigo sonhando Acordar, e nas canções te sentir... Amo sofrer temendo partir e não honrar-te Em meus desígnios Amo adorar-te em cada gesto Vivo para alegrar-te Enquanto me sorri... De nada posso comprovar-te Mas constato-o em meu sentir Meu Pai, quero creditar-te Quero creditar-te fora de mim Poções de água, cheias de mágica Que não se podem ver Nada alcança-te E Tu, em tudo estás Te amo em cada ser O temo em cada despedida Doar-me-á nossa despedida Para muito, muito, longe daqui Onde não há sonhos Nem corações como músicas a pulsar Bombeando nosso sangue vermelho Como Tua paixão a nos animar... Tende piedade dos meus medos Abraça meu mau Proteja-me de mim e de meus sedentos instintos. Tudo quero dar; Tudo eu quero ter... Tende compaixão da minha dor ao perder Todos os dias para mim mesma... Por sem razão eu arder E adorar a loucura de me queimar E repousar em Teus braços Pois sei que sempre irá me perdoar Me desculpe por abusar de Ti em meus sonhos e ideais de bençãos Perder por confiar Obrigada

Natali Azevedo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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QUE O AMOR Que o amor seja paciente e jamais aprisione, Que seja terno, doce e sutil, Que seja amigo, companheiro e leal. Que o amor seja gostoso como deve ser E que não seja nada que ele não é. Que o amor conquiste aos poucos bem devagarzinho Que seja sábio e verdadeiro para conquistar sem jamais possuir Que o amor nunca peça para o outro ficar se ele não quiser, Que não se confunda com carência, ciúme, egoísmo ou medo da solidão, Nem justifique nada de ruim que aconteça no mundo. Que nunca obriguemos o amor a amar Que o amor que sentimos se transforme na felicidade de outro alguém Que seja prazeroso e divertido, caso contrário, que não se chame de amor. Que não se chame de amor achar que o outro é perfeito, Ou se achar perfeito para o outro. Que não se chame de amor privar o outro das coisas que o fazem feliz, Que não se chame de amor se privar da própria felicidade na tentativa de fazer o outro feliz. Que não se chame de amor desistir de si mesmo, só porque o outro nos conforta da nossa própria ausência. Que o amor não busque no outro o que falta em nós. Que ofereça ao outro o que de melhor sobra em nós. Que o amor sempre sobre, mesmo que sobre sozinho. Que o amor sempre convide, nunca obrigue. Que quando acabar, o amor encontre a porta aberta para ir embora Que quando renascer, encontre novas portas abertas para voltar, E que quando as portas estiverem fechadas O amor entenda e não tente pular a janela, Pois, as portas certas estarão sempre abertas.

Tempo, aonde vai Com tanta pressa? E essas pessoas
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Tempo, aonde vai Com tanta pressa? E essas pessoas Que com você leva? E os sonhos? E a beleza? E tudo? Tempo, me disseram que você curava tudo! Onde estão meus amigos? E meu futuro Prometido? E meu corpo Esculpido? Porque levaste contigo? E meus poemas nunca lidos, Meus passos Sempre perdidos? Não há placas, Nem direção... Não há como te dar a mão. Vai embora tempo, Tudo é vão.