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Frase de J. C. Costa

O tempo e o espaço O tempo já namorava o espaço antes do mundo existir antes do primeiro nascer do sol o espaço já olhava para o tempo com um brilho diferente e caminhavam pelo infinito de mãos dadas olhando as estrelas explodirem e as galáxias nascendo até que em um planeta minúsculo e azul nasceu uma criatura medonha e bizarra que em nada parecia com as estrelas com que estavam acostumados o tempo generoso decidiu ajudar então a pobre criatura o espaço sempre rancoroso não gostou nem um pouco e com a ajuda do tempo e do espaço essa criatura cresceu e se multiplicou nessa altura o tempo e o espaço tiveram uma filha o amor o amor adorava brincar entre essas criaturas fazendo uma querer a outra loucamente o tempo já apegado não conseguia largar mais as tais criaturas e todo o rancor do espaço só fez aumentar os dois já tristes não conviviam bem eles tiveram mais duas filhas gêmeas antes de se separarem saudade e solidão ao se separarem cada uma levou uma consigo enquanto o amor já crescida decidiu viver entre as criaturas o espaço levou a saudade o tempo levou a solidão e até hoje nunca mais se viram

J. C. Costa

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Pensador.com

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Café quente O sorriso das outras pessoas me irrita a felicidade alheia me incomoda o amor está no ar eu prendo a respiração não desejo atrair ninguém não tenho nada pra oferecer além de um bocado de dor e um café quente

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O circo e a tempestade de alegria O final de cada capítulo é o inicio de outro Caracterizo-me com um sorriso lanço-me em piruetas e cambalhotas O circo sou eu a màgica que faz brilhar o olho a aventura que desafia a alma o íncrivel, impensado e jamais visto A tenda está está armada lá está ela brilhante e temida tão distante e tão bonita a mais amada e também maldita corda do equilibrista Uma inundação está a caminho com fortes rajadas de risos e gargalhadas de cem quilômetros por hora possíveis avalanches de alegria ao sair de casa hoje não esqueça seu sorriso em casa.

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A forca meu corpo abriga marcas e cicatrizes minha alma abriga um pobre coitado meus lábios abrigam o veneno com o qual vou me engasgar meus braços preparam a forca minhas pernas bambeiam ao vento forte minha garganta suave espera seu amado meus pés se inclinam para o alto no momento do salto fim já não posso mais ser machucado