Pular para o conteúdo

Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

Adeus, cerrado goiano! Adeus, cerrado, já é hora de ir Levo na estória de ti saudade É tanto causo de felicidade Tristura, mas é hora de partir Volto pra minha natal cidade Sina doida que devo cumprir De lá vim e para lá vou seguir Minh’alma está pela metade Pedaço de mim aqui deixo Outro comigo vou carregar Da solidão não mais queixo Pois tenho enredo pra contar Na caminhada no teu seixo Andei, e aprendi a te amar! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 04/03/2020 - Cerrado goiano

Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

⁠poema de finados hoje é dia de finados de estar no cemitério
Continuar lendo

⁠poema de finados hoje é dia de finados de estar no cemitério de pesares anexados e de um olhar etéreo hoje é dia de finados de tributo, de oração de prantos sufocados apertura no coração hoje é dia de finados da tristura que brade dos viveres passados hoje é dia de saudade... ... é dia de finados! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 02/11/2020, Araguari, MG Finados

VIRADA Começa a haver meia noite, memoração Como se tudo no tilintar das taças finda
Continuar lendo

VIRADA Começa a haver meia noite, memoração Como se tudo no tilintar das taças finda Calam-se os corações, os fogos falam Abraços hão de haver, de haver ainda E o universo inteiro sozinho... O meu fadário calado e na berlinda Do silêncio na inspiração d'um ninho Ruídos da rua, passos de ida e vinda E os festejos sussurrando baixinho E sozinho o universo inteiro... Felicitações me são dadas do vizinho Pelo ar ecoam acumulação de cheiro Então deixo ilusões na taça de vinho E velo solenemente o meu cativeiro E inteiro sozinho o universo... No rés do chão ter esperanças é roteiro Já o pensamento na saudade disperso Esperando, escutando, leve e sorrateiro Qualquer coisa, antes de dormir, averso Sozinho, solitário não, romeiro... Vou dormir! Amanhã, dia outro e diverso. Luciano Spagnol Cerrado goiano Poeta do cerrado

ADEUS ANO VELHO Deste que passaram-se horas Do velho ano
Continuar lendo

ADEUS ANO VELHO Deste que passaram-se horas Do velho ano Do ano que já é outrora Agora recordação, tempo profano A cada segundo, minuto, hora Dia após dia, quotidiano O tempo vai, vai embora Sorrateiro e ufano Muito antes, antes de mim Veloz e insano Sem parar, até o fim... No diverso plano Vida que segue, "Quixotesco" no seu rocim Adeus velho ano! Luciano Spagnol Cerrado goiano Poeta do cerrado