Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
INFORTUNO Falas de solidão, eu ouço tudo e calo Ó saudade! Rude e regateira caipira É. E é por isto que o vazio me imbuíra A alma, no silêncio, infortuno vassalo Viver! Quando virei por ter intervalo Entre a dor e o sofrer que não espira No tempo, e me põe nesta mentira Da esperança dum amor para amá-lo Pois é agridoce sentimento sagrado Que leva a noite insone no cerrado Messalina sensação, refutado fulcro Falas de amor, e eu me desalento Paixão na minha sorte é tormento Intento para eu levar pro sepulcro © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 09/09/2020, 13’43” – Triângulo Mineiro
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde