Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
Moura escondida à espera do seu cavaleiro andante por desertos, por noites escuras. Pálida de amor, de um palácio encantado, encantado de aventura e de ilusão. Desmaia, exausta e vacilante, à espera o seu cavaleiro montado num cavalo. Galopa com o vento, vê ao longe a sua amada com os cabelos ao vento, feito do tempo. O vento entra nos versos ditos e lidos, da sua amada dos invernos longos cinzentos Minha amada, não tenho o tempo que queria para ti, minha doce e fiel amiga. Dona do meu coração, parto sem tempo... com tempo ou talvez.... Sem tempo para repousar o meu corpo e a minha alma!
No pensador.ai desde