Frase de Bruno Ramalho de Carvalho
não há presente no futuro sem um futuro no presente.
No pensador.ai desde
não há presente no futuro sem um futuro no presente.
No pensador.ai desde
do ido assentado, faz pouco sentido: um doido acentuado
do ido assentado, faz pouco sentido: um doido acentuado nem sempre édoído.
O essencial não se basta no tangível.
O óbvio despercebido costuma ser relevante.
A reciprocidade é o justo produto da gratidão.