Frase de Doracino Naves
No cemitério estão os mortos que já morreram; outros que vão demorar a morrer. Ainda há os que jamais morrerão: seus feitos construíram a eternidade e serão sempre lembrados.
No pensador.ai desde
No cemitério estão os mortos que já morreram; outros que vão demorar a morrer. Ainda há os que jamais morrerão: seus feitos construíram a eternidade e serão sempre lembrados.
No pensador.ai desde
Uma chuva fina cai sobre a cidade. No rádio a canção de Gal Costa que fala sobre a poeira do caminho. Pois é. O pó das eras também viaja comigo; bem acomodado no meu banco.
A fragrância das plantas da terra ainda sobe até a sua janela. Dá até para ouvir os sons da mata crescendo ao redor. Impressiona como a casa de Pedro Ludovico se parece com ele.
Férias, ócio; a monotonia é tediosa e corruptora. Nada mais perigoso do que o não ter o que fazer. Nossos pais nos desejam o céu; o mundo, o inferno tormentoso.
Me descubro, definitivamente, dual. Sou gêmeo de mim. Um dos gêmeos voa às alturas e o outro permanece preso a terra. Tal qual a lagarta e a borboleta, o homem vive uma dualidade inquietante. A fase crisálida é para pensar no dicotômico viver.