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Frase de Rommy Araújo

O DESPERTAR Com um olhar sério e sereno vaguei pelos meus pensamentos, vasculhei as gavetas que guardavam meu passado, me vi no meio de uma multidão de vidas, as quais muitas vezes me flagelei, feri minha alma, não me respeitei. Existem tantas histórias no fundo dessas gavetas, mas já passou, não quero revivê-las, não preciso mais senti-las. O passado esta repleto de lembranças que vez ou outra podem nos afrontar, com imagens repetitivas tomando uma proporção grandiosa na corrente das nossas emoções. Não permitirei que o pretérito direcione como será o meu presente, de que modo transcorrerão meus pensamentos hoje, de que forma me comportarei no decorrer do dia e o que atrairei, só me permito seguir em frente e prosseguir evoluindo. Algumas lembranças só fui jogando na caixa vazia do presente sem olhar, outras me demorei um pouco mais revivendo-as, mas logo depois as dispensei, e houveram aquelas que me detive em deixar ir, por serem histórias sem pares, singulares, tão minhas, voltei para a realidade e pensei que essas lembranças também não cabem mais em mim e não irão voltar, por fim também as deixei partir. Sustentei a caixa vazia do presente e continuei limpando todas as gavetas do passado, só permitindo a permanência das lembranças que sem interferir, interagem com o presente e me deixam fluir, ativando boas sensações, leves recordações, ilimitados aprendizados e mantê-las significa visualizar de onde vieram e para onde progredir, pois hoje só me permito evoluir. ⁠

Rommy Araújo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Rommy Araújo

SAUDADE Na melancolia da escuridão quando a noite avançava e os sons entoados eram regados de ruídos únicos, Ela mais uma vez se entregou aos pensamentos. Buscou recordar-se em que momento do caminho havia se perdido, achava ter se distanciado de sentimentos que a transportavam…
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SAUDADE Na melancolia da escuridão quando a noite avançava e os sons entoados eram regados de ruídos únicos, Ela mais uma vez se entregou aos pensamentos. Buscou recordar-se em que momento do caminho havia se perdido, achava ter se distanciado de sentimentos que a transportavam para um passado distante e impudor. Ela queria o poder de descrever com palavras a saudade embebida de amor. Então cerrou os olhos, tentou imaginar como reproduzir minuciosamente com palavras a saudade. Induziu seus pensamentos a mover-se como o vento nas paisagens mais distantes de sua imaginação, relembrando momentos que pudessem expressar tamanha exatidão. Descrever a saudades é tentar esquecer o impossível. É imaginar os desejos como um sonho que se esvai, em meio a um mar de sentimentos e palavras que nunca foram ditas. É como um abraço ambicionado, desejado que nunca aconteceu. É como o impulso repentino e avassalador do último encontro. É como estar novamente encurralada nos braços de um amor que acabou. É lembrar-se de um grito desejado e entoado no ápice do devaneio, a princípio acanhado, no meio desinibido e no fim arrependido. É a tristeza que invade a alma ao término de todo encontro. É pairar sem equilíbrio na imensidão do amar exprimindo particularidades que só coração pode perfazer, narrar. É contemplar disfarçadamente sem querer mirar, mas os olhos de quem ama estar destinado eternamente a observar. É o amor quando transcende o olhar e integra o mais lindo limiar do desejo de querer e não poder tocar. É o turbilhão de sensações que torna ébria a alma e faz todo ser pleitear ser observado eternamente por um único olhar. Abriu os olhos, e descreveu a saudade como uma tarefa inglória, sem o charme de uma conquista constante, sem o glamour das promessas, só com o lado obscuro da despedida que antevê sempre sufocado no silêncio das palavras nunca ditas, ficam lacunas, hiatos de vontades não realizadas e de quimeras que lentamente se transformam num oceano de lágrimas que se dissipam em meio uma torrente, no vai e vem da vida, que nunca será esquecida. Ela nunca se despediu. Por fim, sorriu ternamente e partiu...

Meus passos diários Meus passos diários são marcados pela dificuldade que eu tenho de aprender. E daí? Eu aprendo mesmo assim.
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Meus passos diários Meus passos diários são marcados pela dificuldade que eu tenho de aprender. E daí? Eu aprendo mesmo assim. Meus passos diários são marcados pela morosidade que invade meu cérebro quando o assunto é refletir contrariedades. E daí? Eu reflito mesmo assim. Meus passos diários são marcados pela agitação, variável na intensidade, de sentimentos que dominam o meu coração transformando-me num ser frágil às tentações e às vezes submisso. E daí? Sem essa mistura desordenada de sentimentos como o mundo poderia existir sem mim. Meus passos diários são marcados por um cenário de ilusões onde se desenrolam os meus sonhos, absorvendo minha imaginação para além de uma realidade sensível, surreal, em fim, um jardim repleto de borboletas. E daí? Sem os meus sonhos eu perderia minha ingenuidade imprudente e infelizmente toda história teria um fim. Nossos passos diários nos direcionam para um caminho de conhecimentos onde devemos entender que somos e fomos criados para o amor sem fim. E daí? É por isso que eu quero continuar amando e sonhando mesmo assim.

Guiada por você Guiada pelo impulso repentino e avassalador de te encontrar, sempre pela última vez, sucumbi ao desejo de mais uma vez beijar tua boca sentindo o aroma seco e ameno dos teus beijos. Guiada pelo devaneio do amor, me vi encurralada novamente para os teus braços tã…
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Guiada por você Guiada pelo impulso repentino e avassalador de te encontrar, sempre pela última vez, sucumbi ao desejo de mais uma vez beijar tua boca sentindo o aroma seco e ameno dos teus beijos. Guiada pelo devaneio do amor, me vi encurralada novamente para os teus braços tão desejados, me deliciei ao ouvir teu grito de desejo, entoado no ápice do devaneio, a princípio acanhado, no meio desinibido e no fim arrependido. Guiada pela certeza da tristeza que invadiria minha alma ao término desse encontro, me vejo agora triste, sozinha, arrependida, a espera de um ser sublime que me salve dos braços desse “inimigo loko” que me torna fraca e toma parte da minha alma. Guiada pela esperança de que esse sofrimento terminaria. Eu não me despedi. Eu nunca te esqueci.

Ainda te espero. Ainda existem tantas coisas para falar. Ainda existem tantas formas da gente se amar.
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Ainda te espero. Ainda existem tantas coisas para falar. Ainda existem tantas formas da gente se amar. Ainda existem sentimentos que me ligam a você. Ainda existem momentos para gente se ver. Ainda existem nos meus lábios o gosto seco e ameno dos seus beijos. Ainda existem vinhos que saboreio gota a gota e quando bebo imagino os teus desejos. Ainda existem momentos que choro de saudades do teu cheiro. Ainda existem momentos que abraço o travesseiro desejando teu corpo inteiro. Ainda não morri. Ainda não te esqueci. Ainda não desisti.