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Frase de Tiago Scheimann

O amor é como as Gymnopédies de Erik Satie: Uma repetição hipnótica de melancolia e paz, onde o vazio entre as notas diz mais que o som. Amar exige a coragem de ser vulnerável em um mundo que idolatra a frieza e o descarte imediato das emoções. É aceitar que a tristeza faz parte do arranjo, e que sem o grave, o agudo não teria onde se apoiar para brilhar. Que o seu afeto seja profundo o suficiente para não temer o silêncio do outro. - Tiago Scheimann

Tiago Scheimann

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Pensador.com

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Outras frases de Tiago Scheimann

Talvez a maior tragédia não seja sofrer, mas descobrir que nenhuma explicação elimina o sofrimento. A existência não nos deve respostas. No máximo, concede-nos alguns instantes de lucidez entre um espanto e outro. E talvez seja precisamente essa lucidez — tão insuportável quanto…
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Talvez a maior tragédia não seja sofrer, mas descobrir que nenhuma explicação elimina o sofrimento. A existência não nos deve respostas. No máximo, concede-nos alguns instantes de lucidez entre um espanto e outro. E talvez seja precisamente essa lucidez — tão insuportável quanto indispensável — que chamamos, por falta de um nome melhor, de fé. - Tiago Scheimann

O tempo nunca curou ninguém. Apenas desgastou a violência das feridas até que elas aprendessem a sangrar em silêncio. Chamamos isso de cura porque a memória se torna menos ruidosa, não porque a dor tenha desaparecido. Algumas cicatrizes apenas deixam de pedir socorro. - Tiago Sc…
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O tempo nunca curou ninguém. Apenas desgastou a violência das feridas até que elas aprendessem a sangrar em silêncio. Chamamos isso de cura porque a memória se torna menos ruidosa, não porque a dor tenha desaparecido. Algumas cicatrizes apenas deixam de pedir socorro. - Tiago Scheimann

Perdoar não reescreve o passado, nem absolve as mãos que nos feriram. Apenas impede que uma antiga dor continue escrevendo o nosso presente. Há cicatrizes que não desaparecem; tornam-se portas para quartos onde ainda moram versões nossas que um dia sangraram. Mas chega um momen…
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Perdoar não reescreve o passado, nem absolve as mãos que nos feriram. Apenas impede que uma antiga dor continue escrevendo o nosso presente. Há cicatrizes que não desaparecem; tornam-se portas para quartos onde ainda moram versões nossas que um dia sangraram. Mas chega um momento em que precisamos entender: lembrar não é permanecer, e carregar uma ferida não significa morar dentro dela. Perdoar talvez seja isso — apagar a luz de um lugar que nos fez sofrer, fechar a porta e seguir adiante. Não porque esquecemos. Não porque a dor deixou de existir. Mas porque finalmente compreendemos que não precisamos mais morar lá. - Tiago Scheimann