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Frase de Weslley Marcelo Massako Negre

⁠Realidade ou ilusão. O que acontece conosco, é em grande parte, oriundo das nossas próprias escolhas e decisões. A realidade na qual estamos inseridos foi, em sua maioria, projetada por nós e por nossas próprias decisões há tempos. Mas, como saber se a realidade projetada para um futuro, pode ser boa ou ruim? A notícia boa é que se você trabalhar e se esforçar, com foco, disciplina e objetivos claros, você poderá atingir seu objetivo. A notícia ruim, é que embora você faça tudo certo, ainda existe uma pequena probabilidade de que nada dê certo. Mas, essa é a beleza do futuro que, embora possamos tentar traçá-lo, não saberemos jamais se concluiremos o seu desenho. Poderia então classificar o futuro apenas como uma mera perspectiva, ou ilusão. A realidade, o momento que estamos vivenciando no presente, é o resultado da somatória das experiências já passadas, você está exatamente aonde você se colocou. No presente, você pode fazer varias escolhas dentro de uma mesma ação, a exemplo: Imagine que você tenha que fazer uma tarefa doméstica, a partir daí você tem várias opções, você pode fazer, deixar de fazer, postergar, pedir para que alguém faça, pagar para alguém fazer, enfim. Mas, cada uma dessas ações terá um resultado, embora semelhantes, na prática, serão totalmente diferentes na ação final. E, é essa diferença que moldará o futuro. Se de repente você hoje, descobre que seu momento não é bom, que você deve se movimentar para mudá-lo e, que o tempo está se esvaindo, entenda, que grande parte desses fracassos, foram determinados exclusivamente por você. Você chegou a esse ponto, mas, por algum motivo, se sente incomodado e urge mudanças. Agora não se assuste se a inércia lhe tocar o corpo, mesmo depois desses insights, até porque foi sua estagnação, falta de decisão e medo de sair da zona de conforto, que lhe colocaram nesse presente. Assim, não será fácil mudar de atitude, e isso piora quando a idade avança. Quando você é jovem, você ainda terá várias escolhas e decisões a serem tomadas, mas, quando sua idade ultrapassa o número do seu calçado, lhe garanto que as perspectivas de futuro, já não são tão boas, embora possa havê-las. Quem acredita que o futuro será lindo e maravilhoso, é um sonhador, é mera ilusão. Quem acredita que o futuro será desgraçadamente ruim, é um pessimista, um visionário de coisas ruins. Não devemos buscar enxergar o futuro, apenas trabalhar, dentro de nossas convicções, para que ele seja bom e nos atenda. Talvez por isso digam que o futuro a Deus pertence. Mas, o que pensamos, o que projetamos, o que fazemos no presente, são ações nossas, com resultados que serão colhidos com suas benesses ou consequências em adendo. Por fim, a ilusão transformou algo em realidade, pois foram nossas escolhas. A realidade, não transformou nada em ilusão, pois além de ser o resultado de nossas escolhas, essa tem uma pitada de intempéries. Explicando, a ilusão de ter um carro, pode lhe fazer você juntar dinheiro para adquirí-lo, depois de comprado, sua ilusão se transformou em realidade. Mas, no momento presente, você pode estar andando dentro do objeto de seus sonhos, e se envolver em um acidente, ou ser vítima de uma ação criminosa. Por isso, a realidade, não é capaz de sustentar a ilusão. Embora queiramos que assim o seja. Lembre-se toda decisão, qualquer ação, falada, escrita, pensada, e na moda atual, postada. Terá consequências. Pense nisso. Ilumine seu ser. Simplifique a vida. Viva enquanto vivo e morra quando estiver morto. Paz e luz. Massako

Weslley Marcelo Massako Negre

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Amanhã será comemorado o dia das Mães. Confesso, fico procurando palavras para tentar descrever a grandeza que representa a força de seu significado. Como não sou capaz de tal proeza, falarei dos filhos. Será que somos bons filhos?
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Amanhã será comemorado o dia das Mães. Confesso, fico procurando palavras para tentar descrever a grandeza que representa a força de seu significado. Como não sou capaz de tal proeza, falarei dos filhos. Será que somos bons filhos? Será que somos gratos em plenitude àquela que nos criou? Será que respeitamos a mulher que cuidou, amparou, educou, que sacrificou sua vida pessoal, que chorou, e por vezes se humilhou em prol de sua cria? Será que somos bons filhos? Quantos filhos trazem na pessoa da mãe uma "empregada" para satisfazer seus descuidos e desejos? Quantos filhos perdidos em suas ações errôneas não percebem o mau e o sofrimento que causam às suas mães? Quantos filhos, maldizem sua própria mãe, esquecendo que se ali estão é por também, sua graça. Filhos, alguns, não são gratos, e poucos em plenitude. Filhos buscam o cotidiano para justificar suas ausências. Filhos buscam justificar suas faltas e suas falhas, dando pequenos mimos, visando tão somente, diminuir a culpa de suas ações. Fico imaginando, se não houvesse um dia que comercial é, quando homenagearíamos a mãe? Seria somente em seu aniversário? Ou com prantos em seu leito de morte? A mãe tudo sabe, tudo acompanha, a tudo sente e, as vezes nervosa, triste e decepcionada, chega até mesmo a excomungar sua prole, mas, são palavras saídas da boca e não do coração. Essa mesma mãe é capaz de sacrificar sua vida em defesa de sua cria, as vezes ingrata e imerecedora. Será que somos gratos o suficiente por esse sacrifício? De acordo com a bíblia, Deus em sua infinita sabedoria, fez seu filho nascer do ventre de Maria. Isso, por si só mostra a sacralidade da mãe e o respeito que a ela devemos. Reflitamos, será que somos bons filhos? Eu, particularmente tenho minhas dúvidas. As mães presentes e ausentes, só posso dizer muito obrigado e pedir desculpas por não termos ou estarmos sendo dignos de vossas bênçãos, mesmo as recebendo. Reflitamos. Feliz dia das Mães.

Vontade, vaidade, ambição, loucura. Quem nunca teve uma crise de Deus? Quem nunca quis que as coisas fossem diferentes de como elas são? Quem nunca acreditou ter a convicção e a razão das coisas? Será que é errado pensar ou agir assim? Pois bem, em breve observação e para que p…
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Vontade, vaidade, ambição, loucura. Quem nunca teve uma crise de Deus? Quem nunca quis que as coisas fossem diferentes de como elas são? Quem nunca acreditou ter a convicção e a razão das coisas? Será que é errado pensar ou agir assim? Pois bem, em breve observação e para que possamos entender este pequeno ponto de vista que será demonstrado, peço que façamos uma analogia simples. Veja uma criança recém-nascida, ela é pura e frágil, totalmente dependente dos cuidados dos adultos que a cercam. E esses adultos, serão responsáveis por ensinar essa criança, sobre a vida, as dificuldades e facilidades que ela irá encontrar em sua jornada. Ora, se pegarmos um recipiente vazio e limpo e, colocarmos coisas sujas dentro dele, o que acontecerá? Da mesma forma, se colocarmos coisas limpas e puras, o que acontecerá com esse recipiente? Assim somos nós, ou seja, somos produtos das mais variadas experiências, acumuladas no cotidiano, seja através da observação, da experiência prática ou até mesmo das influências recebidas por outras pessoas. Em muitos casos, somos meros replicadores de ideias e conceitos, que já nos foram passados em tempo de outrora. Hoje, falta ao ser humano, uma maior capacidade de analisar os fatos sem ser movido pelas paixões. E é muito difícil, principalmente no campo comportamental, dissociar emoção e a razão, ou equilibrá-las. Quando lá no título me reportei a “vontade”, falo da vontade de produzir, falo da vontade construtiva, da vontade em realizar algo em prol do bem-estar ou do bem comum. Mas, temos que tomar cuidado para que essa vontade, que é benéfica, não se transforme em ações e/ou sentimentos maléficos. Tentarei ilustrar com um pequeno exemplo: Imaginemos que alguém ao assistir o noticiário, seja surpreendido com uma reportagem que traz pessoas passando por extrema necessidade, e aquela reportagem sensibiliza a ele. Em razão disso, ele começa a ter a vontade de poder fazer algo para aquelas pessoas, para amenizar o sofrimento delas. Ele inicia em seus pensamentos, um plano de ação e, neste plano idealiza várias frentes de trabalho, seja uma campanha de arrecadação, um evento beneficente, uma doação, enfim. Até aqui, sua vontade em ajudar o próximo será com certeza salutar, benéfica e digna de louros e reconhecimento. Imaginemos o sucesso dessa ação. Tendo as ações alcançado o seu objetivo e, com a demonstração do resultado positivo às outras pessoas, virão dessas os efusivos agradecimentos e elogios. E esses despontamentos positivos com certeza lhe farão bem e lhe trarão um conforto, mas, se esses elogios lhe “subirem a cabeça”, opa, problemas virão. É possível que em decorrência desses problemas o doador comece a se achar como uma pessoa acima das demais, devido a sua ação de beneficência e, comece a acreditar que é o salvador da pátria, um ser iluminado que mesmo diante das dificuldades existentes, salvou pessoas em um momento de dificuldade, começa a ser escravo de suas ações e, a cegueira de seu comportamento o fará se fartar de vaidade. Essa vaidade fará com que esse ser não enxergue as ações de outras pessoas, ou se caso ocorram, sempre a sua ação será a mais necessária, a mais útil, e por que não a melhor. Torna-se um ser, caritativo por fora e para os outros, mas, escravo de si mesmo, torna-se dependente do brilho e dos aplausos e inicia uma busca frenética por reconhecimento. Essa vaidade desmedida, se mistura com a ambição. Ambição, que apesar de dar frutos, podem serem estes oriundos de uma árvore ruim. Este ser começa a buscar formas para alimentar sua vaidade, entrega-se de corpo e alma, pois tal qual um vício, já não consegue viver mais sem os elogios, muitas vezes imerecidos, mas buscados a qualquer custo. E as ações? Mesmo que pequenas, serão por ele exaltadas, como se essas fossem capazes de mudar o mundo em que vivemos. E quando se chega a esse ponto, podemos dizer que esse ser atingiu um certo grau de loucura. Loucura essa que tem como remédio, os afagos, sorrisos e elogios de outras pessoas, fica esse ser dependente total do reconhecimento alheio. Acredito que já tenhamos conhecido alguém que fora acometido por esse “empoderamento” e não vive sem ele, em alguns casos é o famoso ser que “não larga o osso”, “não desocupa”, “não sai da cadeira”, ou seja, o tempo passou, e ele ficou preso nas alfaias das grandes virtudes pretéritas. Um ser dominado pela vaidade, ambição e loucura, penso que facilmente possa ter crises de Deus, se achando superior as outras pessoas, acreditando que somente suas ações são as corretas e verdadeiras e, que o caminho a ser trilhado, deve ser traçado por ele, afinal ele é o norte iluminado. Devemos ter cuidado sempre, e se possível, policiarmos nossas atitudes, revendo como as nossas ações estão ecoando em nosso ser interior. Temos que ter a lucidez de avaliar cada sentimento e saber qual devemos deixar florescer, e qual devemos tratar como erva daninha. Concluo dizendo que somos seres alimentados pelas nossas próprias expectativas e ambições, elas de certa forma nos conduzem pelos diversos caminhos da vida. Lembrando que todos os dias colocamos algo em nosso recipiente e, prevalecerá o que de maior quantidade tiver. O ensinamento do Nazareno ao dizer que não se deve tocar trombetas diante de ti, nos é um ensinamento prático, ou seja, não é necessário que as ações sejam declamadas e cantadas em verso e prosa por si mesmo. Se busca reconhecimento, apenas trabalhe, e o faça em silêncio, não soe as trombetas, o reconhecimento virá de forma espontânea, natural ou até mesmo divina. Se não vier, não há problema, pois afinal, você estará trabalhando em prol de algo maior do que você mesmo e, sua recompensa certamente virá.