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Frase de Olavo de Carvalho

O problema com certas idéias que se disseminaram no meio universitário e na mídia como emblemas obrigatórios de 'mentalidade progressista' e 'espírito democrático' que só um fascista ousaria contrariar não é somente que sejam falsas. É que, uma vez aceitas, elas destroem para sempre, no seu portador, a capacidade de aprendizado. Quando um sujeito diz que a verdade é sempre relativa, ele está automaticamente abolindo a diferença entre o absoluto e o relativo, sem a qual a sua própria afirmativa não faz sentido nenhum. E, se ele se acostuma a pensar dessa maneira, ele nunca mais pode aprender nada, pois aprender algo é assimilá-lo COMO VERDADE e incorporá-lo para sempre no nosso modo de ser -- operação que se torna impossível a partir do momento em que o cidadão se convence de que toda afirmação vale tanto quanto a sua oposta. Pior ainda, uma vez abolida a possibilidade da certeza intelectual, só resta, para substitui-la, o investimento emocional, a reiteração histérica de algo em que não se acredita seriamente. Com isso, automaticamente, todo conhecimento se reduz a simulação de conhecimento, e cada informação retida na memória traz consigo a sua própria negação, isto é, o seu esquecimento. O dano intelectual que esse processo traz é vasto, profundo e, na maior parte dos casos, irreparável.

Olavo de Carvalho

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Há coisas que são boas por alguns instantes, outras por algum tempo. Só algumas são para sempre.
O sentimento segue aquilo que amamos. Se amamos o que é verdadeiro, bom e belo, ele nos conduzirá para lá. O problema, portanto, não é sentir, mas amar as coisas certas. Do mesmo modo, o pensamento não é guia de si próprio, mas se deixa levar pelos amores que temos. Sentir ou con…
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O sentimento segue aquilo que amamos. Se amamos o que é verdadeiro, bom e belo, ele nos conduzirá para lá. O problema, portanto, não é sentir, mas amar as coisas certas. Do mesmo modo, o pensamento não é guia de si próprio, mas se deixa levar pelos amores que temos. Sentir ou conhecer, nenhum dos dois é um guia confiável. Antes de poder seguir qualquer um dos dois, é preciso aprender a escolher os objetos de amor – e o critério dessa escolha é: Quais são as coisas que, se dependessem de mim, deveriam durar para sempre? Há coisas que são boas por alguns instantes, outras por algum tempo. Só algumas são para sempre.