Pular para o conteúdo

Frase de Haricya Savannah

Uma canção Um coração Um sentimento qualquer. Quase normal Meio banal Espere um pouco aqui Sente-se ai Comporte-se bem Venha comigo cantar. Sirva-se bem Mas fique aqui Pois quero-lhes mostrar Minhas canções Minhas razões Os sentimentos banais De qualquer forma Vou-me embora Pois eu preciso dançar

Haricya Savannah

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Haricya Savannah

Opinião alheia é o que menos deve influenciar, mais vale é que sobreviverei às injúrias até quando meu Deus disser-me que não caibo mais nesse mundo.
Era algumas vezes, louco, um casal que se conhecia há pouquíssimos dez dias. Ou talvez longos vinte anos. Ora umas vezes alucinados, ora apaixonados. Que de repente se licenciavam do amor, que se aposentavam do desespero, que se anulavam do total rastreamento. Talula ficava docil…
Continuar lendo

Era algumas vezes, louco, um casal que se conhecia há pouquíssimos dez dias. Ou talvez longos vinte anos. Ora umas vezes alucinados, ora apaixonados. Que de repente se licenciavam do amor, que se aposentavam do desespero, que se anulavam do total rastreamento. Talula ficava docilmente brava, enquanto Chilli bebia para se acalmar. Eles consideravam a própria vida uma historieta, um continho qualquer. Um casal que vivia pro aqui e pro agora. Que dispensava o era uma vez por algumas ou muitas vezes. Conhecer-se era apenas uma questão de tempo. Uma questão de querer. Talula e ele desesperadamente se conheciam durante as idas ao refeitório em que Chilli bebia. Incrivelmente aquela havia sido, para eles, a primeira primavera juntos. É! Não para um casal normal. Talula e Chilli eram completamente desiguais que até a vizinhança reclamava. O casalzinho definitivamente precisava de conserto. Eles não queriam, não sentiam que precisam, mas era hora. Chilli não queria mais atrapalhar, por esse motivo o fez as malas e foi embora. Talula ria como uma criança, agora estaria livre como um pássaro. Embora, cansado carregou as malas até o refeitório. Bebeu e bebeu. Então algum tempo se passou, coisa de cinco minutos, mas já era hora de procurar um novo amor. Talula estava em casa, reformava o quarto-forte que haviam comprado juntos. Era uma espécie de apartamento combinado com ala psiquiatra. A parte masculina integrante daquele casal saiu de malas nas mãos, um litro, sabe lá do que, em baixo do braço e um chapéu de horas vagas. Uma roupa sócia visível, comumente dita: de boa aparência. Chilli andou por horas, dois metros, mas fez questão de parar. Parar ali, bem ali, onde pudera ver seu novo amor. Aquele integrante sabia que ela poderia completar aquela falta inesperada que o seu coração sentia. A antiga já não fazia falta. Queria conhecer aquele longo cabelo, aquela face cheia de modéstia. A nova parte feminina do casal sorriu, um sorriso meio de canto que foi o suficiente para Chilli se atirar em busca de um abraço em outros abraços. É! Alguém havia perdido na história, ou talvez todos estivessem ganhando. A nova integrante, por incrível coincidência, ou empurrãozinho do destino, morava numa espécie de quarto-forte. Ela o apresentava a nova casa, enquanto ele se apressava em selar com um aperto de mão mais uma das algumas vezes que se conheceram, naquele mesmo refeitório, daquela mesma ala. A vizinhança estava feliz um novo casal, naquele mesmo lugar. Um novo lugar para o mesmo casal. E a vida deles estaria ali pra sempre nesses autos e baixos de uma brincadeirinha de muitos era uma vez, completamente aprontada, com uma narração de apenas dois integrantes que, até o fim dos dias, viveram, um novo recomeço, felizes para sempre.

Eles eram como cão e gato. Os dois brigavam indispensavelmente todo dia, mas independente disso eles tinham um carinho diferente. Ele implicava com ela, ela brincava com ele, ele a visitava e vice-versa. Ele não passava mais um dia sem ela, mas ela não se imaginava sem ele. Ela t…
Continuar lendo

Eles eram como cão e gato. Os dois brigavam indispensavelmente todo dia, mas independente disso eles tinham um carinho diferente. Ele implicava com ela, ela brincava com ele, ele a visitava e vice-versa. Ele não passava mais um dia sem ela, mas ela não se imaginava sem ele. Ela tinha apenas cinco anos e ele sete. O tempo foi cruel, e a distancia mastigava ambos. Ele foi obrigado a ir embora, e ela impedida de viajar com ele. Ele não queria ir, e ela também não queria ficar. Muito tempo havia passado e as lembranças iam vagamente se sumindo. Não havia mais ressentimento quando ela terminou o último ano de faculdade. Ela mudou de cidade e preferiu não casar, e a única notícia que se tinha dele era que havia ido embora de vez para o exterior. Ela já tinha um filho e esse queria fazer novas amizades. A vizinhança havia se mudado e o garoto já houvera se enturmado com a nova coleguinha. Ela queria dar boas vindas aos novos vizinhos, mas tudo o que viu foi aquela mesma imagem de quando eram crianças e viviam felizes como cão e gato.