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Frase de Marcus Silva Menezes

Todo bom homem é ateu. ⁠Não tem como ser diferente, obviamente pode ter bons homens* religiosos, sem dúvida, mas para ser racionalmente/consciente bom só sendo ateu *Apesar que sempre haverá dúvidas, ele é bom por que a bondade é consciente e racional ou ele é bom porque ele acha que deus mandou ser bom, mas se deus mandar ele ser mal ele não seria mais um bom homem.

Marcus Silva Menezes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Marcus Silva Menezes

Todos os filhos são adotivos, sendo que alguns são adotados durante seu desenvolvimento no útero de sua mãe adotiva e genitora e outros são adotados por suas mães adotivas. Se fosse diferente não se teria tantas crianças abandonadas ou mesmo assacinadas por por seus pais biológi…
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Todos os filhos são adotivos, sendo que alguns são adotados durante seu desenvolvimento no útero de sua mãe adotiva e genitora e outros são adotados por suas mães adotivas. Se fosse diferente não se teria tantas crianças abandonadas ou mesmo assacinadas por por seus pais biológicos. Em suma todos nós somos adotados

⁠O Colapso dos Muros da Alma: Uma Peregrinação ao Vazio Quando os muros erguidos com o sangue da alma desmoronam, não há mais abrigo para os segredos entranhados na carne do ser. Cada tijolo, moldado pelo sofrimento silencioso de anos, dissipa-se como fumaça ao vento, revelando…
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⁠O Colapso dos Muros da Alma: Uma Peregrinação ao Vazio Quando os muros erguidos com o sangue da alma desmoronam, não há mais abrigo para os segredos entranhados na carne do ser. Cada tijolo, moldado pelo sofrimento silencioso de anos, dissipa-se como fumaça ao vento, revelando a nudez crua de uma existência outrora protegida. Exposto, o âmago do ser torna-se espetáculo: os olhares alheios, alguns compassivos, outros carregados de adagas morais, trespassam a dignidade, transformando-a em teatro para a condenação ou a piedade. A verdade, agora desvelada, escorre como um rio sem leito, arrastando consigo os segredos mais sombrios, aqueles que fermentaram nas sombras da alma. Nesse palco de vulnerabilidade, o ser contempla o paradoxo da libertação: a mesma verdade que o despoja de suas máscaras também o condena à solidão do julgamento alheio. Resta-lhe, então, a quietude da inexistência, não como fuga, mas como ato último de soberania. É o fim de um ciclo que começou na infância, quando o primeiro tijolo foi cimentado com lágrimas, e o sofrimento tornou-se arquiteto involuntário. A inexistência, aqui, não é derrota, mas epílogo de uma narrativa escrita em sangue e silêncio. Bem-vinda, inexistência!!! Não como abismo, mas como repouso das perguntas não respondidas. O ser, agora desintegrado, retorna à quietude primordial, onde segredos e dores dissolvem-se no vazio que precede até mesmo a linguagem.

⁠Aí peço perdão a todos os ateus, mas fica minha dúvida quanto a minha mortalidade ou imortalidade. Não posso crer que todo está vasto espaço, com tanto a se conhecer fique restrito a parcos 100 anos de existência para se conhecer. Há que se continuar a perceber o universo e su…
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⁠Aí peço perdão a todos os ateus, mas fica minha dúvida quanto a minha mortalidade ou imortalidade. Não posso crer que todo está vasto espaço, com tanto a se conhecer fique restrito a parcos 100 anos de existência para se conhecer. Há que se continuar a perceber o universo e sua existência após o desmembramento da estrutura celular do corpo humano

⁠Se há um instante em que o humano transcende sua condição terrena e toca o sublime, é quando empreende o resgate de um ser além de sua própria espécie. Nesse gesto desinteressado,na essência divina que nos habita irrompe como centelha ética, desobrigada de liturgias ou panteões.…
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⁠Se há um instante em que o humano transcende sua condição terrena e toca o sublime, é quando empreende o resgate de um ser além de sua própria espécie. Nesse gesto desinteressado,na essência divina que nos habita irrompe como centelha ética, desobrigada de liturgias ou panteões. O impulso salvador emana das profundezas do ser, brotando não como imperativo externo, mas como epifania interior que converte compaixão em ato concreto. Aqui, a sacralidade não desce dos céus, mas ascende do âmago da consciência, ética autóctone, forjada na quietude da reflexão e cristalizada em movimento altruísta. Mais que mero afeto, é metafísica aplicada: reconhecer no Outro (ainda que distinto em forma) um valor intrínseco que demanda tutela. Nessa alquimia moral, o homem não obedece deuses, mas dialoga com o infinito que carrega em si. Cada ato de proteção animal torna-se, assim, liturgia silenciosa onde o divino não é adorado, mas encarna do testemunho de que a transcendência começa onde termina o egoísmo.