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Frase de Douglas Almeida Vergílio

Moro em um lugar onde as arvores choram. As montanhas queimam canções e as nuvens derretem. É estranho observar essas reações loucas, a natureza chora chora e implora para cessar a dor, ideologias tolas, hipocrisias famintas, vivo em uma lugar onde o chão anda e rola, lastimas de angustias e depressão. A magia deste lugar vem de uma força interior, não a que eles compram com dízimos, mas uma força visível e invisível, como o sol. Os raios entorpecem a realidade, onde cria ilusões, o azul ao ver muito ou menos é verde, alias ele pode ser tudo, menos ele mesmo, pois ele jae e não poderia ser outro que não seja ele mesmo. Loucura. As vísceras dos acontecimentos, combustões e conexões estão espalhadas por todo lugar, a realidade as vezes assusta, mas como em uma casa de terror você acaba acostumando com os fantasmas e inseguranças e percebe que é bem melhor encarar a realidade do que as certezas do irreal. O fato mais incrível, é poder falar da realidade sem nunca ter a isto, vivido ou presenciado. É como se tudo tivesse conectado e as pulsações vem rapidamente e minha mente e meu corpo reage com formas desconfortáveis, quem sabe não tenha vivida para isso. Mas ainda estou bem, apenas cansado do fardo, mas desejo por mais.

Douglas Almeida Vergílio

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Pensador.com

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O Amanhecer Tem o Brilho do Teu Sorriso... O Sol
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O Amanhecer Tem o Brilho do Teu Sorriso... O Sol Tem a Luz daqueles cabelos... A Terra Tem a Cor dos Seus Olhos... O Universo Tem esse seu jeito... O que dizer quando não digo Se amo Quando fala besteiras em meu ouvido Quando amarra seu cabelo De um jeito tão especial, Com seu olhos fixos nos meus Mesmo "Zaral" E o Amanhecer mais sincero que eu vejo, Quando deita pelo menos um instante em meus braços E olha nos meus olhos, Oh! Castanho da Terra Que penetra a minha alma, e me fere o coração Quando segura minha mão Em um momento inesperado, Eu fico todo bobo, fingido nem ter ligado Mas por dentro a vejo, como Quem eu quero viver, Mesmo se por um instante ou toda eternidade Por uma noite ou um luar Por uma hora ou um milhão de dias Não importa as horas ou as milhas, Se não posso À possuir Possuo Somente o que Posso Não a vejo com Posse Nem conquista ou troféu Simplesmente como posso, A maneira que Sorri, Tão delicada e atraente Mas se a feres como uma serpente Ela lhe ferirá como uma leoa Se ela é brava? Se estou vivo não é a toa O que me partes É não poder vê-la Se essa minha infelicidade É passageira Não me negues ter sorriso Não me negues sua dor Sei dos teus caminhos Sei do teu existir Sei do teu clamor!! A vida que tu levas Tenho sonhos parecidos Mas sonhos eu não digo Somente metas que persisto Seu jeitinho de menininha Me roubou minha atenção Em um segundo distrai E também levou meu coração O que dizer quando não digo Se és verdade e de coração Essa nossa história É só mais um conto Ou apenas ilusão? Douglas Almeida Vergilio