Frase de Flávia Brito
Eu não sei de nada. Não sei de nada. E eu gosto dessa ignorância, dessa quase inocência de desconhecer as coisas para me permitir não depender delas.
No pensador.ai desde
Eu não sei de nada. Não sei de nada. E eu gosto dessa ignorância, dessa quase inocência de desconhecer as coisas para me permitir não depender delas.
No pensador.ai desde
”Nunca poupo nem riso, nem fé, nem esperança, nem amor. E, deles, sempre tenho mais que o suficiente.
Acorda e vai lá fora viver, coração.
Punhos doídos, doídos, de tanto tentar segurar um sentimento que não deve ficar.
"Não vou podar meus pensamentos em desalinho. Gosto deles assim, caindo sobre o meu rosto.