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Frase de João Daniel

⁠O preço do esquecimento de si. Vivemos numa era em que muitos medem o valor da vida pela soma de posses acumuladas. Correm como quem teme o tempo, buscando riquezas, status, vitórias materiais como se nelas estivesse o sentido da existência. No entanto, poucos percebem que, nesse frenesi, vão deixando pedaços de si pelo caminho. Tornam-se reféns do próprio desejo, escravos de uma sede que nunca se sacia. Esquecem-se de si mesmos. Não olham mais no espelho com verdade. Não ouvem mais o coração, apenas o ruído da ambição. Trocam o colo dos filhos por status. A paz do lar por metas inalcançáveis, e o aconchego da simplicidade por uma solidão dourada. A vida, no entanto, segue. Serena, simples, bela em sua essência. São as conversas no fim da tarde, os sorrisos espontâneos, os almoços em família, os passos descalços na terra molhada. Essas são as riquezas verdadeiras silenciosas, mas duradouras. E não há moeda que as compre, nem cofre que as contenha. Quem vive apenas para ter, muitas vezes esquece como é bom simplesmente ser.

João Daniel

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Levante-se daí e vá mudar o mundo. Você não nasceu para ser apenas um espectador. Se a vida é um filme, todos temos a oportunidade de ser protagonistas 😉
⁠⁠Havia uma suspeita: O mundo não terminava onde os céus e a terra se encontravam. A extensão não poderia terminar com a exata dimensão das coisas.
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⁠⁠Havia uma suspeita: O mundo não terminava onde os céus e a terra se encontravam. A extensão não poderia terminar com a exata dimensão das coisas. Havia o depois. Costumava haver um lugar para o sol se pôr à noite. Havia um abrigo para a lua durante o dia. Meu coração jovem estava desesperado. Eu não era um marinheiro ou um pássaro sem barco ou asa. Um dia aprendi com a vida a decifrar letras e suas somas. A palavra se manifestou como eu suspeitava, para permitir silêncio e diálogo. Com as palavras, cruzei o horizonte. O meu coração se afagava em esperança. Ao virar a página de um livro, eu dobrava uma esquina, escalava uma montanha, transpunha uma maré. Ao passar uma folha eu frequentava o fundo dos oceanos. Suei nos desertos e depois tornei-me hóspede em outros corações. Pela leitura temperei minha pátria, bebi de minha cidade, enquanto, pacientemente, degustei de meus desejos e limites. Portanto o livro passou a ser o meu porto, a minha porta, o meu cais e aminha rota. Pelo livro soube da história e criei os avessos. Soube do homem e seus disfarces e suas várias faces e, de tantos lugares para se olhar.