Frase de Juliana Kimura
O Peso da Escolha No peito, a escolha pulsa, um fio que tece e corta, Decisões que se impõem, de uma verdade que conforta. Dói, eu sei, a alma sente, cada golpe, cada adeus, Mas há um bem maior que exige os nossos céus. A dor de outrora, companheira, moldou o que sou agora, Um rio de lágrimas secas, que o tempo não devora. Hoje, o sofrer me visita, um vulto quase invisível, Pois a tempestade antiga me fez forte e indomável. Não é ausência de sentir, nem um peito que não sangra, É a sabedoria que a vida, em suas dores, nos consagra. Que algumas trilhas, embora árduas, são essenciais ao fim, E a cicatriz que fica é o que resta de mim.
No pensador.ai desde