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Frase de Márcio Souza

O VELEIRO. Márcio Souza. 05.05.17 Soltam-se as amarradas contidas, Içam-se as velas contra o vento, Levantam-se as âncoras da vida, Em viagens de sonhos no tempo. O vento, a vela o veleiro, Singrando as ondas do mar, É a vida de um marinheiro, Que vive no tempo a sonhar. Meu barco meu companheiro, Navegando sem destino, Somos juntos dois guerreiros, Na vastidão do mar azul cristalino. Levamos nossas incertezas, De um amor que não se desfaz, Saudades e as nossas tristezas, Mas o coração segue em paz. A paz que o mar oferece, A brisa que o vento dá, Elevo a Deus minha prece, Pela calma em que minh’alma está. Faço das águas o meu abrigo, Meu canto e reduto de navegador, Levo nos pensamentos comigo, As lembranças de um grande Amor. Misturam-se velas aos ventos, Amor, saudade e paixão, Vou navegando mar adentro, Nas águas, do oceano do coração. Mas a vida tem seus momentos, Com vencimento, validade e duração, Velho e alquebrado pelo tempo, A viagem chega-se ao fim, termina a navegação, Desfiz as amarras e velas ao vento, Novamente, lancei ao mar as âncoras da embarcação, Parei minha bússola do tempo, Com minh’alma combalida, atraquei-me no cais da vida, Hoje eu vivo o meu descanso, no Porto da Solidão. Márcio Souza. (Direitos autorais reservados) A imagem pode conter: céu, atividades ao ar livre, água e texto

Márcio Souza

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⁠ ETERNO AMOR 781 Márcio Souza Pela primeira vez que te vi As nuvens no céu se abriram Com a luz do teu amor renasci E felizes as estrelas sorriram. Perambulei pelas galáxias infinitas Como um caminheiro errante Tu, entre as estrelas, a mais bonita E do universo a mais brilhante. Amamos, fizemos juras de amor Vivemos em êxtase de lua de mel Aspiramos perfumes das flores, Como dádivas caídas do céu. Do lindo amor que plantamos Com muito amor e carinho Fiz de ti a beleza do meu sonho E a mais linda flor do meu jardim. Desse amor puro e sincero Transformado em brisa ou chamas Será vivo e sempre eterno Porque eu te amo e tu me amas. Márcio Souza

CIPRESTES AO LUAR. Márcio Souza A lua beija os ciprestes,
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CIPRESTES AO LUAR. Márcio Souza A lua beija os ciprestes, Com os teus raios de esplendor, Tuas luzes em forma de preces, De muita paz e amor. Oh, lua, querida lua, Romântica e apaixonada, Traz-me em toda beleza tua, Os beijos de minha amada. É esse beijo que consola, Alegra e me alivia o coração, E aos poucos eu mando embora, Parte desta minha triste solidão. Oh! Lua ao retornares, Tome a mesma direção, Peço-te para minha amada levares, Meu amor, meu coração. Entre os ciprestes verdes, Como namorados ao luar, Amanhã eu quero ver-te, Trazendo, o meu amor pra eu amar. Oh! lua branca prateada, Vais depressa, por favor, Vais buscar a minha amada, Traz pra mim o meu amor! Márcio Souza