Frase de Rozilda Euzebio Costa
Os abandonados da sociedade Pelas bonitas e importantes ruas de flores, perambulam fracos e mal vestidos senhores, com sede e sem teto, sentindo fome e dores. Sem esperança de futuro e sem amores, das latas de lixo se tornam frequentes consumidores. Que cena mais caótica de tanta tristeza! Quanto abandono e quanta pobreza, nos pobres a perambular entre os diamantes da nobreza, diante dos olhos cegos das figuras da riqueza, que não enxergam senão o que lhes dá prazer e proeza! Anciãos de barbas brancas como o algodão, deambulam de roupas velhas e sem ambição, pedem aos transeuntes apenas um pouco de pão, sob a luz do sol que brilha para todos em comunhão, e dá seu exemplo de partilha sem fazer distinção. Oh quinhão da vida, devorador de tantos desvalidos, dos vultos viventes no mundo que são esquecidos, amparados pelas árvores-mães adotivas dos afligidos, dos sem tetos e abandonados, dos seres humanos sofridos, dos que fazem de cama os duros concretos batidos! Rozilda Euzebio Costa
No pensador.ai desde